Boletim de Serviço Eletrônico em 11/09/2026
Timbre

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Trevo Rotatório Professor Edmir Sá Santos, Campus Universitário , Lavras/MG, CEP 37203-202
Telefone: e Fax: @fax_unidade@ - https://ufla.br
  

Edital nº 84/2026

Processo nº 23090.015496/2026-05

Por meio do presente Edital, e em conformidade com a Constituição Federal, a Lei nº 9.394/1996, a Lei nº 12.711/2012, a Resolução CNE/CES nº 7/2017, a Resolução Normativa CUNI nº 204/2026, a Portaria PRPG nº 72/2026, a Instrução Normativa PRPG nº 003/2024, e demais legislações pertinentes, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação torna pública a abertura das inscrições para o Processo Seletivo 084/2026 do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Lavras para ingresso no 1º semestre letivo de 2027.

1. DO NÚMERO DE VAGAS

1.1. O PPGE está autorizado a selecionar candidatos para o preenchimento de vagas listadas na Tabela 1, conforme abaixo:

Tabela 1. Oferta de vagas para o Processo Seletivo do PPGE

Programa

Nº de vagas

Mestrado

Doutorado

Programa de Pós-Graduação em Educação

21

18

 

1.2. Os candidatos serão selecionados segundo o limite de vagas estipulado pelo programa nos termos previstos por este Edital e pelo Regulamento Geral dos Programas de Pós-graduação Stricto sensu (PPGSS) (aprovado pela Resolução/CEPE nº 099, de 19/05/2026).

1.3. Os limites de vagas definidos por este Edital poderão ser ampliados, a critério do PPGSS.

1.4. A aprovação no processo seletivo não implica, obrigatoriamente, a concessão de bolsa de estudos. As diretrizes para a concessão de bolsas estão estabelecidas na Resolução Normativa CEPE nº 101, de 24 de junho de 2026.

 

2. DO CALENDÁRIO

O cronograma do Processo Seletivo do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) está listado na Tabela 2.

Tabela 2. Cronograma do Processo Seletivo.

Data

Horário (de Brasília)

Local

Etapa

14/09/2026

---------------------------------------

Publicação do Edital de Seleção pela PRPG

Publicação do Edital

14/09/2026 a 19/10/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 14/09/2026 até às 17:00 (dezessete horas) do dia 19/10/2026

Link para inscrições no Site da PRPG (SIGAA): www.prpg.ufla.br

Inscrições no Processo Seletivo

20/10/2026

Horário de expediente bancário

Banco do Brasil

Último dia para pagamento da inscrição

14/09/2026 a 16/09/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 14/09/2026 até às 18 (dezoito) horas do dia 16/09/2026

Formulário de inscrição do candidato

Solicitação de isenção da taxa de inscrição

17/09/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Formulário de inscrição do candidato

Resultado preliminar da isenção de taxa de inscrição

18/09/2026 a 20/09/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 18/09/2026 até as 18 (dezoito) horas do dia 20/09/2026

Formulário de inscrição do candidato

Interposição de recurso contra o resultado da isenção da taxa de inscrição

21/09/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Formulário de inscrição do candidato

Resultado final da isenção da taxa de inscrição

26/10/2026

A partir das 18h

Site do programa

Divulgação da lista de inscritos

26/10/2026 a 28/10/2026

A partir das 18 (dezoito) horas do dia 26/10/2026 até as 18 (dezoito) horas do dia 28/10/2026

Conforme instruções no site do programa

Interposição de recurso contra a divulgação da lista de inscritos

29/10/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Site do programa

Resultado da interposição de recurso contra a divulgação da lista de inscritos

29/10/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Site do programa

Publicação da composição da banca e

declarações de ausência de suspeição

29/10/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Site do programa

Homologação das inscrições

30/10/2026 a 13/11/2026

Informação disponível no ANEXO deste edital.

Etapa(s) de seleção

16/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Site do programa

Resultado preliminar: divulgação da lista de candidatos pré-selecionados

16/11/2026 a 25/11/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 16/11/2026 até às 18 (dezoito) horas do dia 25/11/2026

Formulário e instruções disponíveis no site do programa

Interposição de recurso contra o resultado preliminar do processo seletivo

26/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Site do programa

Resultado da interposição de recurso contra o resultado preliminar

26/11/2026 a 29/11/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 26/11/2026 até às 23:59 (vinte três horas e cinquenta e nove minutos) do dia 29/11/2026

Sistema Eletrônico de Informações da UFLA (SEI-UFLA)

Envio da documentação pelos candidatos às cotas – período para solicitação de cadastro no SEI

26/11/2026 a 04/12/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 26/11/2026 até às 23:59 (vinte três horas e cinquenta e nove minutos) do dia 04/12/2026

Sistema Eletrônico de Informações da UFLA (SEI-UFLA)

Período para envio da documentação pelos candidatos às cotas

14/12/2026

A partir das 18 (dezoito) horas do dia 14/12/2026

Sistema Eletrônico de Informações da UFLA (SEI-UFLA) / Site do programa

Divulgação do resultado preliminar da análise das cotas

14/12/2026 a 15/12/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 14/12/2026 até às 23:59 (vinte três horas e cinquenta e nove minutos) do dia 15/12/2026

Site da PRPG

Interposição de recurso contra o resultado da análise das cotas

21/12/2026

A partir das 12 (doze) horas

Site do programa

Divulgação do deferimento/indeferimento da concorrência às vagas reservadas

28/12/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

Site do programa

Resultado final: lista de candidatos selecionados

A definir

------------

Informações no site da Diretoria de Registro e Controle Acadêmico (DRCA)

Matrícula dos candidatos selecionados

* Cronograma sujeito a alterações, que, em caso de ocorrência, serão divulgadas no site da PRPG (http://www.prpg.ufla.br/) no ícone Editais. É de total responsabilidade dos candidatos a verificação constante das informações relacionadas ao processo seletivo.

 

3. DAS INSCRIÇÕES

As inscrições para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) deverão ser realizadas, via internet, no site http://www.prpg.ufla.br, conforme cronograma especificado no item “2. DO CALENDÁRIO”.

3.1. A taxa de inscrição é de R$ 80,00 (oitenta reais). A Guia de Recolhimento da União (GRU) deverá ser emitida no ato da inscrição, até o dia 19/10/2026 às 17h. O pagamento deverá ser efetuado impreterivelmente até o dia 20/10/2026, no Banco do Brasil, em seu horário normal de funcionamento, em postos de autoatendimento ou via internet (observar o horário estabelecido pelo banco para quitação nesta data).

3.2. Agendamentos bancários sem a devida efetivação do pagamento, bem como pagamentos efetuados após 20/10/2026, não serão considerados, o que implicará a não efetivação da inscrição.

3.3. A inscrição somente será efetivada após a confirmação, pelo banco, do pagamento da taxa de inscrição realizado até 20/10/2026.

3.4. Não será válida a inscrição cujo pagamento seja realizado em desacordo com as condições previstas neste Edital.

3.5. A taxa de inscrição, uma vez paga, não será restituída.

3.6. As inscrições homologadas estarão disponíveis nas páginas do Programa, conforme cronograma especificado no item “2. DO CALENDÁRIO”.

 

4. DO PROCEDIMENTO PARA A INSCRIÇÃO

4.1. No ato da inscrição, será exigido o envio on-line dos seguintes documentos:

4.1.1. Para inscrições no mestrado:

● Cópia do diploma de graduação ou atestado de provável formando. Os candidatos que não possuam o atestado de provável formando, poderão apresentar atestado de previsão de formatura emitido pela DRCA ou órgão equivalente;

● Histórico escolar da graduação;

● “Currículo Lattes/CNPq” atualizado (http://lattes.cnpq.br);

● Demais documentos descritos no anexo deste edital.

4.1.2. Para inscrições no doutorado:

● Cópia do diploma de mestrado. Os candidatos que ainda não defenderam poderão apresentar carta do orientador atestando a data provável da defesa, conforme modelo no site www.prpg.ufla.br;

● Histórico escolar do curso de mestrado;

● “Currículo Lattes/CNPq” atualizado (http://lattes.cnpq.br);

● Demais documentos descritos no anexo deste edital.

4.2. Ao finalizar a inscrição, o candidato deverá imprimir a GRU para pagamento da taxa, imprimir o comprovante e guardar consigo seu número de inscrição para futura consulta de notas e/ou interposição de recursos.

4.3. As informações e os documentos inseridos no formulário poderão ser editados pelo candidato até o último dia de inscrição.

4.4. Recomenda-se que a inscrição seja realizada com antecedência, a fim de evitar contratempos técnicos devido à sobrecarga do sistema.

4.5. A instituição não se responsabiliza por problemas decorrentes de instabilidade no sistema, falhas de conexão ou quaisquer outros impedimentos técnicos que possam ocorrer, caso o candidato opte por realizar a inscrição nos momentos finais do prazo estabelecido.

 

5. DA ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO

5.1. De acordo com o Decreto nº 11.016, de 29 de março de 2022, poderá solicitar isenção da taxa de inscrição o candidato que:

a) estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – Cad- Único, de que trata o Decreto n° 11.016/2022, de 29/03/2022; e

b) for, comprovadamente, membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto n° 11.016/2022.

5.2. Considera-se família de baixa renda, de acordo com o Decreto nº 11.016/2022, aquela com renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo, ou a que possua renda familiar mensal de até três salários mínimos.

5.3. A isenção deverá ser solicitada através do próprio “Formulário de inscrição” disponível no site http://www.prpg.ufla.br, conforme cronograma especificado no item “2. DO CALENDÁRIO”.

5.4. Para solicitar a isenção do pagamento, o candidato deverá anexar ao formulário de inscrição os documentos obrigatórios mencionados no item 4, bem como nos anexos deste edital.

5.4.1 O candidato poderá realizar alterações nos documentos submetidos a qualquer momento após o término do período de processamento da isenção (a partir de 21/09/2026), desde que respeite o prazo final de inscrição, que se encerra em 19/10/2026, às 17h.

5.5. As informações fornecidas pelo candidato no momento da solicitação de isenção deverão ser idênticas às do Cad-Único. Qualquer erro de grafia resultará no não reconhecimento das informações pelo órgão gestor do Cad-Único, gerando o indeferimento automático do pedido.

5.6. A UFLA consultará o órgão gestor do Cad-Único para verificar a veracidade das informações prestadas pelo candidato da situação referente às alíneas “a” e “b” do item 5.1.

5.7. O resultado da solicitação de isenção será divulgado oficialmente no próprio formulário, conforme cronograma especificado no item “2. DO CALENDÁRIO”. A PRPG/UFLA não se responsabiliza por outras formas de publicação e/ou informação do resultado.

5.8. É de exclusiva responsabilidade do candidato informar-se sobre o resultado da isenção.

5.9. O candidato que atender ao disposto nas alíneas “a” e “b” do item 5.1 e tiver seu pedido de isenção negado poderá recorrer da decisão, conforme cronograma especificado no item “2. DO CALENDÁRIO”, mediante o reenvio das informações via formulário de inscrição.

5.10. O resultado dos recursos interpostos será divulgado conforme cronograma especificado no item “2. DO CALENDÁRIO”. Contra esta decisão não caberá novo recurso.

5.11. O candidato que tiver sua solicitação de isenção indeferida, por não se enquadrar nas exigências acima ou por fornecer informações erradas, deverá fazer o pagamento da taxa nos termos do item 3 deste Edital, caso queira efetivar sua inscrição.

 

6. DA REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE SELEÇÃO

6.1. O processo de seleção será realizado pelo Colegiado do Programa de Pós-Graduação ou por Comissões designadas pelo Colegiado, em datas fixadas no calendário previamente estabelecido.

6.2. Caberá à Coordenação do Programa a divulgação em sua página da internet, ao longo do processo de seleção, de todos os documentos gerados pelo certame, proporcionando ampla visibilidade e transparência dos procedimentos.

6.3. Para candidatas que foram beneficiárias de licença maternidade ou de licença adotante nos 5 (cinco) anos anteriores à publicação deste edital, será considerado dois anos a mais para fins de cálculo da pontuação da sua produção científica, para cada licença.

6.3.1 A comprovação da condição prevista no item 6.3 deve ser realizada anexando o comprovante da licença maternidade, bem como a certidão de nascimento do filho, ao arquivo que contenha os documentos comprobatórios do Currículo, em documento único, no formato .PDF. A candidata deverá, ainda, registrar em seu Currículo Lattes, em campo próprio, o período em que esteve de licença maternidade.

 

7. DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

7.1. Os critérios de seleção dos candidatos são estabelecidos pelo Colegiado dos Programas de Pós-Graduação, conforme previsto nos artigos 24, 25, 26, 27, 28, 29 e 30 do Regulamento Geral dos PPGSS, aprovado pela Resolução nº 099, de 19/05/2026, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e estarão disponíveis na Secretaria Integrada da Unidade Acadêmica e no endereço http://www.prpg.ufla.br.

7.2. O Processo Seletivo dos Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal de Lavras obedece ao disposto na Portaria PRPG n° 072, de 02 de fevereiro de 2026, disponível no endereço http://www.prpg.ufla.br e nas páginas dos Programas de Pós-Graduação.

7.3. A inscrição do candidato implicará o conhecimento e aceitação tácita das condições estabelecidas neste Edital, dos anexos que o compõem e dos critérios de seleção do programa, às quais não poderá alegar desconhecimento.

7.4. As inscrições que apresentarem erro de preenchimento, ausência de documentação obrigatória ou pagamento fora do prazo previsto no edital, não serão homologadas pelo programa.

7.5. Os processos seletivos dos PPGSS são compostos por avaliações, conforme especificações constantes no ANEXO deste Edital.

7.6. Em caso de empate na pontuação final do processo seletivo, será aplicado o disposto no §2º do art. 44 da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, tendo prioridade de classificação o candidato que comprove ter a menor renda familiar.

7.7. Os candidatos que concorrem às vagas reservadas participarão concomitantemente da disputa pelas vagas de ampla concorrência, de acordo com sua classificação no processo seletivo. Caso sejam aprovados na ampla concorrência, não serão computados para o preenchimento das vagas reservadas, as quais serão ocupadas pelos próximos candidatos da respectiva lista específica de cotas, respeitada a ordem de classificação.

 

8. DOS RESULTADOS PRELIMINAR E FINAL

8.1. O resultado preliminar deste Processo Seletivo será divulgado pelo Programa em sua página da internet, conforme cronograma especificado no item “2. DO CALENDÁRIO”. O resultado preliminar será divulgado em ordem alfabética e as pontuações em ordem decrescente de pontuação pelo número de inscrição do candidato.

8.2. A partir da divulgação do resultado preliminar, o candidato terá 10 (dez) dias para interposição de recurso através de formulário disponível na página do Programa.

8.3. O resultado final será homologado pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e divulgado no site www.prpg.ufla.br,conforme cronograma especificado no item 2 “DO CALENDÁRIO”.

8.4. É de responsabilidade dos PPGSS a divulgação do resultado final, a convocação dos aprovados e a divulgação das datas de matrícula nos prazos estabelecidos em calendário acadêmico.

 

9. DAS VAGAS RESERVADAS

9.1 Em consonância com a Resolução Normativa CUNI nº 204, de 27 de agosto de 2026, serão reservadas em cada Edital regular para ingresso em curso de Mestrado e Doutorado da UFLA, 20% (vinte por cento) das vagas aos candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas e quilombolas e 5% (cinco por cento) para pessoas com deficiência.

9.1.1 A comprovação das condições mencionadas no item 9.1 deve ser feita conforme disposto na Instrução Normativa PRPG n° 003/2024.

9.1.1.2 Em relação aos candidatos às vagas reservadas a pessoas com deficiência, caso possuam documentos comprobatórios adicionais àqueles previstos na Instrução Normativa PRPG nº 003/2024, fica facultado o seu envio junto ao processo, com o objetivo de subsidiar a avaliação pela Comissão responsável.

9.1.2 Para candidatos autodeclarados indígenas ou quilombolas, a documentação informada no Anexo I da Instrução Normativa PRPG n° 003/2024 deverá ser anexada no formulário de inscrição.

9.1.3 No caso dos candidatos autodeclarados pretos e pardos, bem como dos candidatos inscritos às vagas reservadas às pessoas com deficiência, a documentação informada no Anexo I da Instrução Normativa PRPG n° 003/2024 deverá ser encaminhada via Sistema Eletrônico de Informações (SEI) da UFLA.

9.1.4 Os candidatos referidos no item 9.1.3 terão de 26/11/2026 a 29/11/2026 para solicitar liberação de seu acesso ao SEI-UFLA, sendo o dia 04/12/2026 o prazo final para o envio da documentação.

9.1.5 Os links para acesso ao formulário de inscrição e ao SEI-UFLA estão disponíveis no endereço http://www.prpg.ufla.br .

9.2 Serão analisadas pelas respectivas Comissões apenas as documentações dos candidatos classificados como selecionados ou suplentes no resultado preliminar.

9.2.1 Candidatos desclassificados no resultado preliminar não passarão pelos procedimentos de avaliação pelas Comissões.

9.3 Os candidatos que optarem, no ato da inscrição, pelas vagas reservadas e que tiverem a autodeclaração invalidada pela Comissão responsável, deverão figurar na lista de ampla concorrência, seguindo a ordem decrescente de sua pontuação final.

9.3.1 O não envio da documentação exigida pela Instrução Normativa PRPG nº 003/2024, dentro dos prazos estabelecidos neste Edital, resultará na eliminação do candidato.

9.3.2 Caso a documentação seja encaminhada em desacordo com as disposições do Anexo I da Instrução Normativa PRPG nº 003/2024, o candidato terá sua autodeclaração invalidada pela comissão responsável.

9.4 O ingresso do candidato pela vaga reservada não implicará, obrigatoriamente, na concessão de bolsa de estudos. Os critérios para concessão de bolsas são definidos pelos Programas de Pós-graduação, em Resolução específica.

9.5 Os candidatos inscritos na modalidade de vagas reservadas concorrerão, inicialmente, às vagas destinadas à ampla concorrência, observada a ordem de classificação, e, caso não sejam classificados nessa modalidade, passarão a concorrer às vagas reservadas às ações afirmativas.

9.6 Os candidatos às vagas reservadas aprovados dentro do número de vagas oferecido à ampla concorrência não serão computados para efeito do preenchimento das vagas reservadas.

9.7 As vagas reservadas que não forem preenchidas serão destinadas à ampla concorrência e ocupadas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação.

9.8 A inexistência de vagas inicialmente destinadas à ampla concorrência não impede a inscrição de candidato não cotista. A prioridade para ocupação das vagas observará a distribuição prevista neste Edital. Caso as vagas reservadas não sejam preenchidas, poderão ser destinadas à ampla concorrência, caso possua candidato aprovado, observada a classificação geral.

 

10. DIREITO DE VISTA DOS DOCUMENTOS E DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSO

10.1. É assegurado ao candidato o direito de vista às suas provas de conhecimento, às notas atribuídas pelos examinadores e à interposição de recurso relacionado ao presente processo seletivo.

10.2. O candidato poderá interpor recurso em face do resultado preliminar, no prazo de 10 (dez) dias, contados da data de sua divulgação na internet, conforme previsto no item 10.1, excluindo-se da contagem o dia do começo e incluindo-se o do vencimento.

10.2.1 O Programa poderá estabelecer períodos de recurso para as etapas internas de seleção, os quais obedecerão ao calendário específico do Anexo I deste edital. Para as etapas internas não será adotado o prazo de 10 (dez) dias.

10.3. Para interpor o recurso de que trata o item 10.2, o candidato deverá preencher um formulário específico para esse fim, que será disponibilizado na página do Programa.

10.4. É assegurado ao candidato o direito de constituir procurador para fazer inscrição, pedir vista, apresentar recursos, fornecer e solicitar documentos, formular requerimentos ou quaisquer outros atos de interesse do candidato.

10.5. O candidato poderá solicitar vista das provas no prazo de 10 (dez) dias, contados a partir da data de divulgação do resultado preliminar na internet, conforme previsto no item 10.1, excluindo-se da contagem o dia do começo e incluindo-se o do vencimento.

10.6. O pedido de vista deverá ser realizado por meio de formulário específico e conforme orientações disponíveis na Secretaria Integrada da Unidade Acadêmica ou site do Programa.

10.7. Esgotado o prazo recursal previsto no item 2, não caberá recurso a instância superior.

 

11. DA POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA UFLA E DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL

11.1. Os direitos de propriedade intelectual, resultantes de pesquisas e trabalhos realizados pelo candidato selecionado durante sua pós-graduação, serão regidos pelas leis de propriedade intelectual aplicáveis e pela Política de Inovação da UFLA.

11.2. O candidato selecionado retém os direitos autorais de suas criações acadêmicas, incluindo teses, dissertações e artigos, desde que essas criações não envolvam colaborações específicas que afetem a titularidade.

11.3. O candidato selecionado compromete-se a comunicar prontamente ao órgão competente da UFLA a respeito de qualquer inovação, invenção ou descoberta com potencial comercial ou impacto público, a fim de que a UFLA possa tomar as devidas providências necessárias para garantir a efetiva proteção da propriedade intelectual em questão.

11.4. A UFLA reserva o direito de avaliar, proteger e transferir as tecnologias desenvolvidas no âmbito da Pós-Graduação, observada distribuição de benefícios prevista na sua Política de Inovação.

11.5. O candidato selecionado concorda, desde já, em observar a Política de Inovação da UFLA, bem como os demais regulamentos e procedimentos relacionados à propriedade intelectual estabelecidos pela instituição.

 

12. DA MATRÍCULA INICIAL EM PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

12.1 O candidato selecionado deverá realizar a matrícula para o 1º período letivo de 2027, segundo o prazo estabelecido pelo cronograma do calendário acadêmico.

12.2 Para ter a matrícula inicial efetivada, o candidato selecionado deverá obter homologação do Setor de Registro Acadêmico da Pós-graduação (SRPG) da Diretoria de Registro e Controle Acadêmico (DRCA), observando as exigências previstas no documento Instruções Específicas para a Matrícula Inicial (IEMI) da DRCA/UFLA.

12.3 Os documentos enviados para a matrícula inicial serão conferidos pelo SRPG/DRCA, durante o período previsto para a matrícula inicial no cronograma do Calendário Acadêmico aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE).

12.4 A UFLA não se responsabiliza por documentações entregues de forma divergente das orientações presentes na IEMI.

 

13. DAS CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA PARTICIPAÇÃO

13.1. As pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou que necessitem de condições especiais para participação no processo seletivo que, sob as penas da lei, declararem tal condição no momento da inscrição, receberão tratamento adequado às suas necessidades.

13.2. Nesta hipótese, o interessado deverá, necessária e obrigatoriamente, anexar ao formulário de inscrição relatório médico detalhado que indique a espécie, o grau e o nível da deficiência, a mobilidade reduzida ou a necessidade de condições especiais para a realização das provas, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID).

13.3. Na falta do relatório médico ou não possuindo o candidato as informações indicadas no item 13.1, o formulário de inscrição será processado como de candidato sem necessidade de condições especiais para a participação no processo seletivo, mesmo que declarada tal condição.

13.4. O tratamento adequado que trata o item 13.1 será estabelecido pela Pró-Reitoria de Apoio à Permanência Estudantil, mediante análise da deficiência, mobilidade reduzida ou necessidade de condições especiais apresentada pelo candidato.

13.5. O inscrito com deficiência, mobilidade reduzida ou necessidade de condições especiais que necessitar de tempo adicional para realização das provas deverá requerê-lo, fornecendo justificativa detalhada acompanhada de parecer emitido por médico especialista da área de sua deficiência, com escrita legível e exarado em ofício timbrado contendo informações de contato do profissional (nome completo, inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM), especialidade, endereço completo, telefone e e-mail).

13.5.1. A ampliação do tempo de duração das provas será de até 60 (sessenta) minutos, fixada caso a caso, na forma do item precedente.

13.5.2. Ressalvadas as disposições especiais deste Edital, os candidatos com deficiência, mobilidade reduzida ou necessidade de condições especiais participarão do processo seletivo em igualdade de condições com os demais candidatos no que tange ao horário de início, ao conteúdo e à correção das provas; aos critérios de aprovação; ao posicionamento na classificação geral e a todas as demais normas de regência do certame.

13.6. No caso específico de mães lactantes, nos horários previstos para a amamentação, que coincidirem com o processo seletivo, poderão retirar-se temporariamente sem prejuízo no tempo e no processo, para atendimento aos seus bebês, desde que não excedido o tempo de 30 minutos.

13.6.1. A candidata que for mãe lactante deverá indicar esta condição no formulário de inscrição, para a adoção das providências necessárias pela organização do processo seletivo.

 

14. DISPOSIÇÕES GERAIS

14.1. É vedado ao discente da UFLA inscrever-se no mesmo curso e nível em que se encontra matriculado.

14.2. Os casos omissos serão analisados e resolvidos em primeira instância pelo Colegiado do Programa e posteriormente, pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação.

 

 

Lavras, 14 de setembro de 2026.

 

 

 


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Documento assinado eletronicamente por ADRIANO TEODORO BRUZI, Pró-Reitor(a) de Pós-Graduação, em 11/09/2026, às 14:39, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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ANEXO I - PROGRAMA DE PÓS-GRADUÇÃO EM EDUCAÇÃO

 

1. DAS VAGAS OFERTADAS

Mestrado

Total de vagas - 21 vagas

Detalhamento da oferta: Por linha de pesquisa

 

Linhas de Pesquisa

Número de vagas AC¹

Número de vagas PPIQ²

Número de vagas PCD³

Linha 1 – Fundamentos da Educação, corpo e cultura: teoria e prática nos processos educativos

6

 

1

 

1

Linha 2 – Desenvolvimento profissional docente, práticas pedagógicas e inovações

6

2

0

Linha 3 – Práticas de linguagens e (multi)letramentos em contextos educativos

4

1

0

¹ Ampla concorrência.

² Pretos, pardos, indígenas e quilombolas.

³ Pessoas com deficiência.

 

Doutorado

 

Total de vagas - 18 vagas

 

Detalhamento da oferta: Por linha de pesquisa e subárea

 

 

 

Linhas de Pesquisa/Subárea

Número de vagas AC¹

Número de vagas PPIQ²

Número de vagas PCD³

 

Linha de Pesquisa 1 - Políticas públicas e gestão da educação básica

 

1.1. Subárea - Políticas educacionais, gestão da educação e contextos escolares

4

1

0

 

1.2. Subárea - Fundamentos epistemológicos e trabalho docente na educação básica

2

1

0

 

Linha de Pesquisa 2 – Práticas pedagógicas na educação básica

 

2.1. Subárea - Práticas de linguagem e (multi)letramentos

3

1

0

 

2.2. Subárea - Práticas pedagógicas, tecnologias e formação docente

4

1

1

 

¹ Ampla concorrência.

² Pretos, pardos, indígenas e quilombolas.

³ Pessoas com deficiência.

 

2. DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO

 

Mestrado

Graduados em: CURSOS DE LICENCIATURAS E/OU BACHARELADOS

 

Doutorado

Graduados em: CURSOS DE LICENCIATURAS E/OU BACHARELADOS

Mestrado em: Educação, Ensino ou em Cursos da área de Ciências Humanas/CAPES e Ciências Sociais Aplicadas; Ciências da Computação; Sistemas de Informação; Letras/Linguística; Educação Física.

 

 

3. DA DOCUMENTAÇÃO ESPECÍFICA EXIGIDA PELO PROGRAMA

 

MESTRADO

1. Cópia do diploma de graduação ou atestado de provável formando;

2. Histórico da graduação;

3. Pré-projeto de pesquisa escrito em língua portuguesa (digitado e paginado, conforme instruções do subitem 8.1.1.3 do ANEXO I deste Edital)

4. Currículo (conforme instruções do subitem 8.2.1 do ANEXO I deste Edital e julgado mediante barema constante no ANEXO B)

 

Obs.: Candidatos que entregarem a documentação em desacordo com o disposto neste edital e com documentos ilegíveis terão suas inscrições indeferidas. A conferência da documentação não será realizada no ato da inscrição, mas em reunião a ser realizada, pela comissão avaliadora do processo seletivo, para esse fim.

 

DOUTORADO

1. Cópia do diploma de Mestrado obtido em cursos reconhecidos pela CAPES.

2. Cópia do Histórico Escolar do Mestrado.

3. Projeto de pesquisa escrito em língua portuguesa (digitado e paginado, conforme instruções do subitem 8.3,1.3 do ANEXO I deste Edital).

4. Currículo Lattes atualizado (conforme item 8.4.1 deste Anexo) com todos os comprovantes e julgado previamente mediante barema constante no ANEXO B).

 

Obs.: Candidatos que entregarem a documentação em desacordo com o disposto neste edital e com documentos ilegíveis terão suas inscrições indeferidas. A conferência da documentação não será realizada no ato da inscrição, mas em reunião a ser realizada, pela comissão avaliadora do processo seletivo, para esse fim.

 

4. ENVIO DA DOCUMENTAÇÃO DIGITALIZADA:

A documentação deve ser enviada digitalizada através do formulário de inscrição online no SIGAA. Para fins de inscrição, não serão aceitos documentos enviados via e-mail.

ATENÇÃO: o pré-projeto (mestrado) e o projeto (doutorado) deverão ser enviados identificados apenas com o número de inscrição.

Para saber o número de inscrição, o candidato deverá finalizar a inscrição e entrar novamente no formulário com seu CPF (candidato brasileiro) ou passaporte (candidato estrangeiro) com tempo hábil para editar os documentos que serão identificados apenas com o número de inscrição.

Sugerimos que a edição da inscrição seja realizada com antecedência mínima de 60 minutos do prazo final de inscrição, ou seja, até às 16h do dia 19/10/2026.

 

5. DO CALENDÁRIO ESPECÍFICO DO PROCESSO SELETIVO

 

Mestrado

Etapa

Data

Horário

Local

1ª ETAPA – PROVA ESCRITA – ELIMINATÓRIA

Prova Escrita

30/10/2026

08 (oito) às 12 (doze) horas

Conforme informações divulgadas na página do PPGE

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

Divulgação dos resultados preliminares da prova escrita

03/11/2026

A partir das 13 (treze) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

Interposição de recursos

03/11/2026a 04/11/2026

Das 13 horas do dia 03 de novembro às 18 (dezoito) horas do dia 04 de novembro

Formulário e instruções disponíveis no site do programa.

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

O recurso deve ser enviado para o e-mail do PPGE: mpe.faelch@ufla.br

Resultado do julgamento dos recursos

05/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

Divulgação do resultado

da 1ª etapa e lista de

classificados para a

2ª etapa

05/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

Agenda da Arguição Técnica - 2ª etapa

05/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

2ª ETAPA – AVALIAÇÃO DO PRÉ-PROJETO E ARGUIÇÃO TÉCNICA - ELIMINATÓRIA

Avaliação do Pré-projeto de pesquisa

06/11/2026

Fase interna, sem participação de candidatos

Arguição Técnica

06/11/2026 a 10/11/2026

Conforme agendamento divulgado na página do PPGE/UFLA no dia 05/06/2026

após às 18 (dezoito) horas.

Arguição realizada por plataforma virtual, com

especificação e link do convite que será enviado para o e-mail indicado pelo candidato no ato da inscrição

Divulgação dos resultados preliminares da avaliação dos Pré-projetos e da arguição técnica

10/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

Interposição de recursos

10/11/2026 a 11/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas do dia 10 de novembro e até às 18 (dezoito) horas do dia 11 de novembro

Formulário e instruções disponíveis no site do programa.

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

O recurso deve ser enviado para o e-mail do PPGE: mpe.faelch@ufla.br

Resultado do julgamento dos recursos

12/11/2026

A partir das 12 (doze) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

Divulgação do resultado da 2ª etapa e lista de classificados para a 3ª etapa

12/11/2026

A partir das 12 (doze) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

3ª ETAPA – ANÁLISE DO CURRÍCULO – CLASSIFICATÓRIA

Análise do Currículo

12/11/2026 a 13/11/2026

Fase interna, sem participação de candidatos

Resultado preliminar: divulgação da lista de candidatos pré-selecionados

16/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

Interposição de recurso contra o resultado preliminar do processo seletivo

16/11/2026 a 25/11/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 16/11/2026 até às 18 (dezoito) horas do dia 25/11/2026

Formulário e instruções disponíveis no site do programa.

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

O recurso deve ser enviado para o e-mail do PPGE: mpe.faelch@ufla.br

Resultado da interposição de recurso contra o resultado preliminar

26/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

A partir do dia 26/11/2026, seguir o calendário indicado no item 2 deste edital

 

 

Doutorado

 

Etapa

Data

Horário

Local

 

1ª ETAPA – PROVA ESCRITA – ELIMINATÓRIA

 

Prova Escrita

30/10/2026

08 (oito) às 12 (doze) horas

Conforme informações divulgadas na página do PPGE

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

Divulgação dos resultados preliminares da prova escrita

03/11/2026

A partir das 13 (treze) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

Interposição de recursos

03/11/2026a 04/11/2026

Das 13 horas do dia 03 de novembro às 18 (dezoito) horas do dia 04 de novembro

Formulário e instruções disponíveis no site do programa.

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

O recurso deve ser enviado para o e-mail do PPGE: mpe.faelch@ufla.br

 

Resultado do julgamento dos recursos

05/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

Divulgação do resultado da 1ª etapa e lista de classificados para a 2ª etapa

05/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

Agenda da Arguição Técnica - 2ª etapa

05/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

2ª ETAPA – AVALIAÇÃO DO PRÉ-PROJETO E ARGUIÇÃO TÉCNICA - ELIMINATÓRIA

 

Avaliação do projeto de pesquisa

06/11/2026

Fase interna, sem participação de candidatos

 

Arguição Técnica

06/11/2026 a 10/11/2026

Conforme agendamento divulgado na página do PPGE/UFLA no dia 05/06/2026

após às 18 (dezoito) horas.

Arguição realizada por plataforma virtual, com

especificação e link do convite que será enviado para o e-mail indicado pelo candidato no ato da inscrição

 

Divulgação dos resultados preliminares da avaliação dos projetos e da arguição técnica

 

10/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

Interposição de recursos

10/11/2026a 11/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas do dia 10 de novembro e até às 18 (dezoito) horas do dia 11 de novembro

Formulário e instruções disponíveis no site do programa.

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

O recurso deve ser enviado para o e-mail do PPGE: mpe.faelch@ufla.br

 

 

Resultado do julgamento dos recursos

12/11/2026

A partir das 12 (doze) horas

 

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

Divulgação do resultado da 2ª etapa e lista de classificados para a 3ª etapa

12/11/2026

A partir das 12 (doze) horas

 

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

3ª ETAPA – ANÁLISE DO CURRÍCULO – CLASSIFICATÓRIA

 

Análise do Currículo

12/11/2026 a 13/11/2026

Fase interna, sem participação de candidatos

 

Resultado preliminar: divulgação da lista de candidatos pré-selecionados

 

16/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

Interposição de recurso contra o resultado preliminar do processo seletivo

16/11/2026 a 25/11/2026

De 18 (dezoito) horas do dia 16/11/2026 até às 18 (dezoito) horas do dia 25/11/2026

 

Formulário e instruções disponíveis no site do programa.

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

O recurso deve ser enviado para o e-mail do PPGE: mpe.faelch@ufla.br

 

 

Resultado da interposição de recurso contra o resultado preliminar

26/11/2026

A partir das 18 (dezoito) horas

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/processo_seletivo.jsf

 

 

A partir do dia 26/11/2026, seguir o calendário indicado no item 2 deste edital

 

 

6. DOS LOCAIS DE REALIZAÇÃO DA(S) PROVA(S)

Curso

MESTRADO E DOUTORADO

Etapa

Cidade

Instituição

Endereço

Prova Escrita

Lavras (MG)

UFLA

Aquenta Sol, Lavras - MG,

37200- 900 – Campus Universitário

Arguição Técnica

Plataforma Virtual (on-line)

UFLA

Plataforma virtual, com

especificação e link divulgados

na página do Programa.

 

7. DAS ETAPAS DE SELEÇÃO

 

MESTRADO

 

Etapa

Descrição da Etapa

Pontuação

Peso (%)

Tipo

(Eliminatória ou classificatória)

 

1

Prova Escrita

100

25

Eliminatória

 

 

2

 

Avaliação dos Pré-projetos de pesquisa

100

20

Eliminatória

 

Arguição Técnica

100

35

Eliminatória

 

3

Análise de Currículo

100

20

Classificatória

 

 

DOUTORADO

 

Etapa

Descrição da Etapa

Pontuação

Peso (%)

Tipo

(Eliminatória ou classificatória)

 

1

Prova Escrita

100

25

Eliminatória

 

2

Avaliação dos Pré-projetos de pesquisa

100

20

Eliminatória

 

Arguição Técnica

100

35

Eliminatória

 

3

Análise de Currículo

100

20

Classificatória

 

 

 

8. DO DETALHAMENTO DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO POR ETAPA

 

MESTRADO

 

ETAPA 01

 

8.1 PROVA ESCRITA (PESO 25%) – ELIMINATÓRIA

 

8.1.1 A primeira avaliação do processo de seleção será uma prova escrita (discursiva) de conhecimentos na área de concentração do Mestrado Profissional em Educação, “Formação de Professores”, e do debate contemporâneo da educação, abarcando temáticas relacionadas às Linhas de Pesquisa do Mestrado. Ver referências bibliográficas para a prova escrita no item 9 do Anexo I deste edital.

 

8.1.2 A prova deverá ser realizada pelo próprio candidato, à mão, não sendo permitida a interferência ou a participação de outras pessoas, salvo em caso de candidato que tenha solicitado condição especial, em função de deficiência que impossibilite a redação pelo próprio.

 

8.1.3 As provas deverão ser identificadas APENAS PELO CÓDIGO DE INSCRIÇÃO DO CANDIDATO. Portanto, é imprescindível que o candidato tenha conhecimento de seu código de inscrição no momento da realização da prova.

 

8.1.4 A prova ou folhas de rascunho que contiverem identificação nominal de candidato e que não constem apenas o código de inscrição como identificador serão excluídas do processo de correção com atribuição de pontuação igual a zero.

 

8.1.5 O tempo máximo da prova escrita é de 3 (três) horas, sendo vedada a consulta a qualquer material bibliográfico e a utilização de aparelhos de comunicação, sob pena de eliminação sumária.

 

8.1.6 O candidato não poderá entrar na sala para realizar a prova após o horário estabelecido para seu início.

 

8.1.7 Como critérios para avaliação da prova escrita serão observados:

 

a. apresentação de conceitos e/ou perspectivas teórico-metodológicas, bem como desenvolvimento das ideias, conforme solicitação da questão (40%) – este item levará em conta se o candidato indica conhecer conceitos e perspectivas teóricas subjacentes aos estudos sobre formação de professores, bem como se consegue desenvolver uma linha de pensamento teórico que vá ao encontro do que o enunciado da questão solicita;

 

b. estabelecimento de relações e posicionamentos críticos acerca das informações expostas (20%) – este item levará em conta se o candidato consegue relacionar posições críticas (conflituosas ou não) acerca do tema em exposição;

 

c. coesão e coerência do texto (20%) – este item levará em conta a construção do texto escrito pelo candidato, analisando como ele concatena as partes componentes da referida produção textual, de modo a torná-la uma unidade, usando os elementos coesivos (pronomes e demais elementos referenciais, como conjunções, entre outros) e como apresenta e desenvolve suas ideias, fazendo isso sequencialmente, formando um circuito, sem que haja fragmentação ou contradição;

 

d. adequação à norma culta da língua portuguesa (20%) – este item levará em conta o domínio da norma culta da Língua Portuguesa na sua modalidade escrita. Deverão ser observados usos gramaticais, como concordância nominal e verbal, regência nominal e verbal, acentuação e pontuação, além de vocabulário adequado ao registro formal.

 

8.1.8 O candidato, ao sair da sala de prova, deverá entregar aos aplicadores: a folha de resposta com a prova escrita, o caderno de provas e os rascunhos.

 

8.1.9 A lista de classificação dos candidatos para a segunda etapa (Avaliação do pré-projeto de pesquisa e Arguição técnica) será gerada em ordem decrescente de pontuação, considerando-se os candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 60 pontos, sendo classificados em ordem descrente até atingir o triplo de número de vagas para cada linha de pesquisa, conforme a indicação dos seguintes quantitativos:

 

Linha 1 – Fundamentos da Educação, corpo e cultura: teoria e prática nos processos educativos - 8 vagas (24 classificados).

Linha 2 – Desenvolvimento profissional docente, práticas pedagógicas e inovações - 8 vagas (24 classificados).

Linha 3 – Práticas de linguagens e (multi)letramentos em contextos educativos - 5 vagas (15 classificados).

 

Observações:

1. São de responsabilidade exclusiva do candidato o acesso ao local de realização da prova e o comparecimento no horário determinado.

2. Sugere-se que o candidato chegue ao local de realização da prova com antecedência, eximindo-se o PPGE/UFLA da responsabilidade por eventuais atrasos dos candidatos.

3. Não haverá tolerância para a entrada dos candidatos nos locais de realização da prova após as 08 (oito) horas (horário de Brasília). O candidato que chegar ao local de realização da prova após esse horário ficará impedido de participar do Processo Seletivo, sendo automaticamente eliminado.

4. O acesso ao local de realização da prova só será permitido mediante a apresentação do documento de identificação com foto (RG ou carteira de habilitação).

5. Durante a realização da prova, o candidato deverá munir-se apenas de caneta de tinta escura azul ou preta. Não será permitido o uso de equipamentos eletrônicos. Não será permitido o empréstimo de material de qualquer natureza pelos candidatos e aplicadores durante a aplicação da prova.

 

8.2.1 ETAPA 2 - AVALIAÇÃO DO PRÉ-PROJETO DE PESQUISA (peso 20%) - ELIMINATÓRIA

 

8.2.1.1 A avaliação do pré-projeto de pesquisa faz parte da segunda etapa do processo de seleção, tendo caráter eliminatório.

 

8.2.1.2 Para subsidiar a elaboração do pré-projeto, O CANDIDATO DEVERÁ CONSIDERAR A DESCRIÇÃO DE CADA LINHA DE PESQUISA E DEMAIS INFORMAÇÕES CONSTANTES NO ANEXO A DESTE EDITAL E NO SITE DO PROGRAMA.

 

8.2.1.3 O pré-projeto de pesquisa deverá ser escrito em Língua Portuguesa e conter obrigatoriamente os itens: a) tema da proposta de pesquisa; b) linha de pesquisa em que se inscreveu; c) objeto de estudo, justificativa e problema; d) objetivo geral; e) metodologia da pesquisa; e f) referências bibliográficas (todos conforme as normas ABNT). O texto da proposta deverá conter entre 6 a 10 páginas, incluindo referências bibliográficas e excetuando-se a capa que não precisa ser numerada. Deverá ser escrito em fonte Times New Roman 12, espaçamento 1,5, margem superior 3 cm, inferior 2 cm, direita 2 cm e esquerda 3 cm, paginado em formato PDF.

 

8.2.1.4 O pré-projeto deverá ser identificado APENAS PELO CÓDIGO DE INSCRIÇÃO DO CANDIDATO NA CAPA. Obs.: Para geração do CÓDIGO DE INSCRIÇÃO é necessário que o candidato insira toda a documentação necessária e após a geração do código de inscrição, substitua o arquivo da proposta de pesquisa pelo documento constando apenas o código de inscrição. Os pré-projetos de pesquisa que contiverem identificação nominal de candidato ou que não constem o código de inscrição como identificador serão excluídas do processo de correção com atribuição de pontuação igual a zero.

 

Obs.: Para geração do CÓDIGO DE INSCRIÇÃO é necessário que o candidato insira toda a documentação necessária e após a geração do código de inscrição, substitua o arquivo do pré-projeto pelo documento constando apenas o código de inscrição. Os pré-projetos que contiverem identificação nominal de candidato ou que não constem o código de inscrição como identificador serão excluídos do processo de correção com atribuição de pontuação igual a zero.

 

8.2.1.5 Na eventualidade da detecção de plágio total ou parcial do pré-projeto de pesquisa apresentado, o candidato será excluído do processo seletivo. Além disso, as propostas de pesquisa que apresentarem evidências explícitas de uso de ferramentas de inteligência artificial também serão desconsiderados.

 

8.2.1.6 Para pontuação do pré-projeto de pesquisa, o avaliador atribuirá nota de 0 (zero) a 100 (cem) ao candidato, considerando os seguintes critérios:

 

a) Apresentação de uma justificativa para a pesquisa, mostrando sua relevância e como ela se articula com a docência/educação básica - 15% (quinze por cento)

b) Delimitação do problema da pesquisa, explicitando com clareza os objetivos da proposta - 10% (dez por cento)

c) Inserção do pré-projeto em um quadro teórico relevante e coerente com o estado da arte da linha de pesquisa na qual ele se insere - 15% (quinze por cento)

d) Estabelecimento, com coerência, da relação entre sua(s) perguntas(s) de pesquisa, a natureza dos dados utilizados e o alcance da metodologia de investigação adotada - 10% (dez por cento)

e) Demonstração da aderência do pré-projeto à área de concentração “Formação de Professores”, a linha de pesquisa selecionada e as temáticas indicadas pelos docentes que oferecem vagas na linha escolhida - 40% (quarenta por cento). Obs.: caso os critérios indicados no item E não sejam contemplados, o pré-projeto será desclassificado. Inscrição do candidato na linha de pesquisa errada implicará em desclassificação do candidato.

f) Adequação do formato e estrutura textuais às diretrizes da ABNT e às especificidades linguístico-discursivas de uma produção acadêmica, em conformidade com o disposto no item – 8.1.1.3 - 10% (dez por cento)

g) Serão considerados aprovados para a 3ª etapa os pré-projetos que obtiverem nota mínima de 60,0 (sessenta)

 

 

8.2.2 - ETAPA 02 - ARGUIÇÃO TÉCNICA (peso de 35%) - ELIMINATÓRIA

 

8.2.2.1 A segunda atividade da segunda etapa, de caráter eliminatório, consistirá em ARGUIÇÃO baseada no pré-projeto de pesquisa e na trajetória profissional do candidato, considerando a aderência em relação à linha de pesquisa escolhida. Terá duração de até 30 (trinta) minutos. Será realizada por meio de plataforma virtual, cujo link será enviado para o e-mail indicado pelo candidato no ato da inscrição, na data e horário da divulgação do cronograma das arguições técnicas.

 

8.2.2.2 A ARGUIÇÃO TÉCNICA será gravada em áudio e vídeo por meio da plataforma virtual utilizada, devidamente aferidos pelos professores responsáveis pela arguição.

 

8.2.2.3 Apenas os candidatos aprovados na 1ª etapa participarão desta etapa.

 

8.2.2.4 Para pontuação da arguição, os avaliadores atribuirão nota de 0 (zero) a 100 (cem) ao candidato, considerando-se os seguintes critérios:

 

a) Argumentação em torno do pré-projeto – 40% (quarenta por cento).

b) Domínio do referencial teórico utilizado na elaboração do pré-projeto e sua articulação com o estado da arte da linha de pesquisa e subárea na qual ele se insere – 30% (trinta por cento)

c) Conhecimento da organização curricular do mestrado e apresentação de estratégias de organização do tempo para dedicação às atividades do Curso - 20% (vinte por cento);

Obs.: a organização curricular do doutorado consta na Portaria Normativa PPGE/FAELCH nº 007/2024 e pode ser acessada no link:

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/documentos.jsf?lc=pt_BR&id=2027&idTipo=3

d) Compatibilidade entre a trajetória profissional do candidato e o projeto de pesquisa em consonância com a linha de pesquisa escolhida – 10% (dez por cento).

 

OBS.: A não apresentação do candidato ou atraso para participação on-line nesta etapa implica na sua exclusão do certame. Diante de qualquer imprevisto entrar em contato com a banca examinadora.

 

8.2.2.5 - Serão considerados aprovados para a 3ª etapa os candidatos que obtiverem nota mínima de 60,0 (sessenta) na arguição técnica.

 

 

8.3.1 ETAPA 3 – AVALIAÇÃO DO CURRÍCULO (peso 20%) - CLASSIFICATÓRIA

 

8.3.1.1 Para a avaliação do currículo, serão contemplados apenas os candidatos selecionados na avaliação dos projetos e arguição técnica (2ª etapa). Os currículos dos candidatos não aprovados na 2ª etapa serão desconsiderados.

 

8.3.1.2 A avaliação terá natureza classificatória e levará em consideração a apresentação dos documentos, bem como os critérios detalhados no anexo B, devendo ser preenchido e enviado pelo candidato o Anexo C (Formulário de pontuação do Currículo Lattes - Mestrado).

 

8.3.1.3 Não será aceita a inserção de documentos em momento posterior à inscrição.

 

8.3.1.4 Os documentos ilegíveis serão desconsiderados.

 

8.3.1.5 A critério da comissão avaliadora, poderão ser desconsideradas atividades que não possuam aderência ao campo da educação, com as devidas justificativas.

 

8.3.1.6 Serão contabilizadas apenas as informações devidamente comprovadas e realizadas nos últimos cinco anos (2022 a 2026).

 

8.3.1.7 As notas serão convertidas para uma escala de 0 (zero) a 100 (cem), com atribuição de 100 (cem) pontos para o currículo que obtiver a maior pontuação bruta.

 

 

DOUTORADO

 

ETAPA 01

 

8.1 PROVA ESCRITA (PESO 25%) – ELIMINATÓRIA

 

8.1.1 A primeira avaliação do processo de seleção será uma prova escrita (discursiva) de conhecimentos na área de concentração do Doutorado Profissional em Educação, “Educação básica, gestão e práticas pedagógicas”, e do debate contemporâneo da educação, abarcando temáticas relacionadas às Linhas/Subáreas de Pesquisa. Ver as referências bibliográficas para a prova escrita no item 9 do Anexo I deste edital.

 

8.1.2 A prova deverá ser realizada pelo próprio candidato, à mão, não sendo permitida a interferência ou a participação de outras pessoas, salvo em caso de candidato que tenha solicitado condição especial, em função de deficiência que impossibilite a redação pelo próprio.

 

8.1.3 As provas deverão ser identificadas APENAS PELO CÓDIGO DE INSCRIÇÃO DO CANDIDATO. Portanto, é imprescindível que o candidato tenha conhecimento de seu código de inscrição no momento da realização da prova.

 

8.1.4 A prova ou folhas de rascunho que contiverem identificação nominal de candidato e que não constem apenas o código de inscrição como identificador serão excluídas do processo de correção com atribuição de pontuação igual a zero.

 

8.1.5 O tempo máximo da prova escrita é de 3 (três) horas, sendo vedada a consulta a qualquer material bibliográfico e a utilização de aparelhos de comunicação, sob pena de eliminação sumária.

 

8.1.6 O candidato não poderá entrar na sala para realizar a prova após o horário estabelecido para seu início.

 

8.1.7 Como critérios para avaliação da prova escrita serão observados:

 

a. apresentação de conceitos e/ou perspectivas teórico-metodológicas, bem como desenvolvimento das ideias, conforme solicitação da questão (40%) – este item levará em conta se o candidato indica conhecer conceitos e perspectivas teóricas subjacentes aos estudos sobre políticas educacionais, gestão da educação básica e práticas pedagógicas na educação básica, bem como se consegue desenvolver uma linha de pensamento teórico que vá ao encontro do que o enunciado da questão solicita;

 

b. estabelecimento de relações e posicionamentos críticos acerca das informações expostas (20%) – este item levará em conta se o candidato consegue relacionar posições críticas (conflituosas ou não) acerca do tema em exposição;

 

c. coesão e coerência do texto (20%) – este item levará em conta a construção do texto escrito pelo candidato, analisando como ele concatena as partes componentes da referida produção textual, de modo a torná-la uma unidade, usando os elementos coesivos (pronomes e demais elementos referenciais, como conjunções, entre outros) e como apresenta e desenvolve suas ideias, fazendo isso sequencialmente, formando um circuito, sem que haja fragmentação ou contradição;

 

d. adequação à norma culta da língua portuguesa (20%) – este item levará em conta o domínio da norma culta da Língua Portuguesa na sua modalidade escrita. Deverão ser observados usos gramaticais, como concordância nominal e verbal, regência nominal e verbal, acentuação e pontuação, além de vocabulário adequado ao registro formal.

 

8.1.8 O candidato, ao sair da sala de prova, deverá entregar aos aplicadores: a folha de resposta com a prova escrita, o caderno de provas e os rascunhos.

 

8.1.9 A lista de classificação dos candidatos para a segunda etapa (Avaliação do pré-projeto de pesquisa e Arguição técnica) será gerada em ordem decrescente de pontuação, considerando-se os candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 60 pontos, sendo classificados em ordem descrente até atingir o triplo de número de vagas para cada linha de pesquisa, conforme a indicação dos seguintes quantitativos:

 

- Linha de Pesquisa 1 - Políticas públicas e gestão da educação básica

1.1 Subárea - Políticas educacionais, gestão da educação e contextos escolares – 5 vagas (15 classificados)

1.2 Subárea - Fundamentos epistemológicos e trabalho docente na educação básica – 3 vagas (09 classificados)

 

- Linha de Pesquisa 2 - Práticas pedagógicas na educação básica

2.1 Subárea - Práticas de linguagem e (multi)letramentos – 5 vagas (15 classificados)

2.2 Subárea - Práticas pedagógicas, tecnologias e formação docente – 6 vagas (18 classificados)

 

Observações:

1. São de responsabilidade exclusiva do candidato o acesso ao local de realização da prova e o comparecimento no horário determinado.

2. Sugere-se que o candidato chegue ao local de realização da prova com antecedência, eximindo-se o PPGE/UFLA da responsabilidade por eventuais atrasos dos candidatos.

3. Não haverá tolerância para a entrada dos candidatos nos locais de realização da prova após as 14 horas (horário de Brasília). O candidato que chegar ao local de realização da prova após esse horário ficará impedido de participar do Processo Seletivo, sendo automaticamente eliminado.

4. O acesso ao local de realização da prova só será permitido mediante a apresentação do documento de identificação com foto (RG ou carteira de habilitação).

5. Durante a realização da prova, o candidato deverá munir-se apenas de caneta de tinta escura azul ou preta. Não será permitido o uso de equipamentos eletrônicos. Não será permitido o empréstimo de material de qualquer natureza pelos candidatos e aplicadores durante a aplicação da prova.

 

ETAPA 02 - ELIMINATÓRIA

 

8.2.1 AVALIAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA (peso 25%) - ELIMINATÓRIA

 

8.2.1.1 A avaliação do projeto de pesquisa faz parte da segunda etapa do processo de seleção, tendo caráter eliminatório.

 

8.2.1.2 Para subsidiar a elaboração do projeto, O CANDIDATO DEVERÁ CONSIDERAR A DESCRIÇÃO DE CADA LINHA DE PESQUISA E DEMAIS INFORMAÇÕES CONSTANTES NO ANEXO A DESTE EDITAL E NO SITE DO PROGRAMA.

 

8.2.1.3 O projeto de pesquisa deverá ser escrito em Língua Portuguesa e conter obrigatoriamente os itens: título, linha de pesquisa e subárea em que se inscreveu, introdução, justificativa, objetivos, referencial teórico, metodologia e referências bibliográficas (todos conforme as normas ABNT). O texto do projeto deverá conter entre 9 e 12 páginas, incluindo referências bibliográficas. Deverá ser escrito em fonte Times New Roman 12, espaçamento 1,5, margem superior 3 cm, inferior 2 cm, direita 2 cm e esquerda 3 cm, paginado.

 

8.2.1.4 O projeto deverá ser identificado APENAS PELO CÓDIGO DE INSCRIÇÃO DO CANDIDATO.

 

Obs.: Para geração do CÓDIGO DE INSCRIÇÃO é necessário que o candidato insira toda a documentação necessária e após a geração do código de inscrição, substitua o arquivo do projeto pelo documento constando apenas o código de inscrição. Os projetos que contiverem identificação nominal de candidato ou que não constem o código de inscrição como identificador serão excluídos do processo de correção com atribuição de pontuação igual a zero.

 

8.2.1.5 Na eventualidade da detecção de plágio total ou parcial do projeto de pesquisa apresentado, o candidato será excluído do processo seletivo. Além disso, as propostas de pesquisa que apresentarem evidências explícitas de uso de ferramentas de inteligência artificial também serão desconsiderados.

 

8.2.1.6 Para pontuação do projeto de pesquisa, o avaliador atribuirá nota de 0 (zero) a 100 (cem) ao candidato, considerando os seguintes critérios:

 

a) Apresentação de uma justificativa para a pesquisa, mostrando sua relevância e como ela se articula com a docência/educação básica - 15% (quinze por cento)

b) Delimitação do problema da pesquisa, explicitando com clareza os objetivos da proposta - 10% (dez por cento)

c) Inserção do pré-projeto em um quadro teórico relevante e coerente com o estado da arte da linha de pesquisa na qual ele se insere - 15% (quinze por cento)

d) Estabelecimento, com coerência, da relação entre sua(s) perguntas(s) de pesquisa, a natureza dos dados utilizados e o alcance da metodologia de investigação adotada - 10% (dez por cento)

e) Demonstração da aderência do projeto à área de concentração “Educação Básica, Gestão e Práticas Pedagógicas”, a linha de pesquisa e a subárea selecionadas e as temáticas indicadas pelos docentes que oferecem vagas na subárea escolhida - 40% (quarenta por cento)

Obs.: caso os critérios indicados no item E não sejam contemplados, o projeto será desclassificado.

f) Adequação do formato e estrutura textuais às diretrizes da ABNT e às especificidades linguístico-discursivas de uma produção acadêmica, em conformidade com o disposto no item – 8.1.1.3 - 10% (dez por cento)

g) Serão considerados aprovados para a 3ª etapa os projetos que obtiverem nota mínima de 60,0 (sessenta)

 

8.2.2 - ETAPA 02 - ARGUIÇÃO TÉCNICA (peso de 35%) - ELIMINATÓRIA

 

8.2.2.1 A segunda atividade da segunda etapa, de caráter eliminatório, consistirá em ARGUIÇÃO baseada no projeto de pesquisa e na trajetória profissional do candidato, considerando a aderência em relação à linha de pesquisa e subárea escolhida. Terá duração de até 30 (trinta) minutos. Será realizada por meio de plataforma virtual, cujo link será enviado para o e-mail indicado pelo candidato no ato da inscrição, na data e horário da divulgação do cronograma das arguições técnicas.

 

8.2.2.2 A ARGUIÇÃO TÉCNICA será gravada em áudio e vídeo por meio da plataforma virtual utilizada, devidamente aferidos pelos professores responsáveis pela arguição.

 

8.2.2.3 Apenas os candidatos aprovados na 1ª etapa participarão desta etapa.

 

8.2.2.4 Para pontuação da arguição, os avaliadores atribuirão nota de 0 (zero) a 100 (cem) ao candidato, considerando-se os seguintes critérios:

 

a) Argumentação em torno do projeto – 40% (quarenta por cento).

b) Domínio do referencial teórico utilizado na elaboração do projeto e sua articulação com o estado da arte da linha de pesquisa na qual ele se insere – 30% (trinta por cento)

c) Conhecimento da organização curricular do doutorado e apresentação de estratégias de organização do tempo para dedicação às atividades do Curso - 20% (vinte por cento);

Obs.: a organização curricular do mestrado consta na Portaria Normativa PPGE/FAELCH nº 007/2024 e pode ser acessada no link:

https://sigaa.ufla.br/sigaa/public/programa/documentos.jsf?lc=pt_BR&id=2027&idTipo=3

d) Compatibilidade entre a trajetória profissional do candidato e o projeto de pesquisa em consonância com a linha de pesquisa e subárea escolhidas – 10% (dez por cento).

 

OBS.: A não apresentação do candidato ou atraso para participação on-line nesta etapa implica na sua exclusão do certame. Diante de qualquer imprevisto entrar em contato com a banca examinadora.

 

8.2.2.5 - Serão considerados aprovados para a 3ª etapa os candidatos que obtiverem nota mínima de 60,0 (sessenta) na arguição técnica.

 

 

8.3.1 ETAPA 3 – AVALIAÇÃO DO CURRÍCULO (peso 20%) - CLASSIFICATÓRIA

 

8.3.1.1 Para a avaliação do currículo, serão contemplados apenas os candidatos selecionados na avaliação dos projetos e arguição técnica (2ª etapa). Os currículos dos candidatos não aprovados na 2ª etapa serão desconsiderados.

 

8.3.1.2 A avaliação terá natureza classificatória e levará em consideração a apresentação dos documentos, bem como os critérios detalhados no anexo B, devendo ser preenchido e enviado pelo candidato o Anexo C (Formulário de pontuação do Currículo Lattes - Mestrado).

 

8.3.1.3 Não será aceita a inserção de documentos em momento posterior à inscrição.

 

8.3.1.4 Os documentos ilegíveis serão desconsiderados.

 

8.3.1.5 A critério da comissão avaliadora, poderão ser desconsideradas atividades que não possuam aderência ao campo da educação, com as devidas justificativas.

 

8.3.1.6 Serão contabilizadas apenas as informações devidamente comprovadas e realizadas nos últimos cinco anos (2022 a 2026).

 

8.3.1.7 As notas serão convertidas para uma escala de 0 (zero) a 100 (cem), com atribuição de 100 (cem) pontos para o currículo que obtiver a maior pontuação bruta.

 

 

 

9. DA BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA A PROVA ESCRITA

 

MESTRADO

 

Linha de Pesquisa 1 - Fundamentos da Educação, corpo e cultura: teoria e prática nos processos educativos

 

GALLO, Sílvio. Em Torno de uma Educação Menor. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 27, n. 2, p. 169-178, 2002. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/educacaoerealidade/article/view/25926

 

HOOKS, Bell. Pedagogia engajada. In: HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Tradução de Marcelo Brandão Cipolla. 2. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2017. p. 25–36. Disponível em: https://www.ufrb.edu.br/ppgcom/images/sele%C3%A7%C3%A3o_2020.1/hooks_-_Ensinando_a_transgredir.pdf

 

KOHAN, Walter Omar. Entre nós, em defesa de uma escola. ETD: Educação Temática Digital, Campinas, v. 19, n. 4, p. 590, 2017. Disponível em:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8648631

 

 

 

Linha de Pesquisa 2 - Desenvolvimento profissional docente, práticas pedagógicas e inovações

 

ANDRÉ, M.; PRÍNCEPE, L. O lugar da pesquisa no Mestrado Profissional em Educação. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 63, p. 103-117, jan./mar, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/er/a/vTQmsJXG5Q8jf8PqPK8gR9R/abstract/?lang=pt

 

FIALHO, N. H.; HETKOWSKI, T. M. Mestrados Profissionais em Educação: novas perspectivas da pós-graduação no cenário brasileiro. Educar em Revista, Curitiba, n. 63, p. 19-34, jan./mar. 2017. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/er/a/7Fw3HtVgNXg5TZcGgYzGfPH/?format=pdf&lang=pt

TARDIF, M.; RAYMOND, D. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério. Educação & Sociedade, Campinas, ano XXI, n 209 n, 73, p. 209-244, dez. 2000. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/Ks666mx7qLpbLThJQmXL7CB/?format=pdf

ZEICHNER, K. M.; DINIZ-PEREIRA, J. E. Pesquisa dos educadores e formação docente voltada para a transformação social. Cadernos de Pesquisa, São Paulo. v. 35, n. 125, p. 63-80, maio/ago. 2005. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/Zx9H96h48wrzY7DsrggHTQq/?format=html&lang=pt

 

Linha de Pesquisa 3 - Práticas de linguagens e (multi)letramentos em contextos educativos

 

CASTRO, Vânia de Carvalho; KALANTZIS, Mary; COPE, Bill. Letramento na Era da Inteligência Artificial. Cadernos de Letras. UFF, Niterói, v. 35, n. 69, p. 44-64, jul./dez. 20247 https://periodicos.uff.br/cadernosdeletras/article/view/63346/38412

 

KLEIMAN, Angela B. Letramento na Contemporaneidade. Bakhtiniana, São Paulo, 9 (2): 72-91, Ago./Dez. 2014. https://www.scielo.br/j/bak/a/fTQrQN9BZ7mpPkcvTmBRWHj/?format=pdf&lang=pt&ilang=pt_BR

 

 

DOUTORADO

 

Linha de Pesquisa 1 - Políticas públicas e gestão da educação básica

 

Subárea 1.1 - Políticas educacionais, gestão da educação e contextos escola

 

MINTO, César Augusto; BARBOSA, Andreza; JACOMINI, Márcia Aparecida. Tendência à Privatização e Consequências na Educação Pública Brasileira. Arquivos Analíticos de Políticas Educativas. Arizona State University.College of Education at the University of South Florida. Vol. 33, nº. 69, 2025. Disponível em: https://epaa.asu.edu/index.php/epaa/article/view/9292/3583

 

PARENTE, J. M. Gerencialismo e Performatividade na Gestão da educação Brasileira. Educação em Revista, Marília, v.19, n.1, p. 89-102, jan./jun., 2018. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/educacaoemrevista/article/view/7903/5024

 

Subárea 1.2 - Fundamentos epistemológicos e trabalho docente na educação básica

 

GALLO, Sílvio. Em Torno de uma Educação Menor. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 27, n. 2, p. 169-178, 2002. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/educacaoerealidade/article/view/25926

 

HOOKS, Bell. Pedagogia engajada. In: HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Tradução de Marcelo Brandão Cipolla. 2. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2017. p. 25–36. Disponível em: https://www.ufrb.edu.br/ppgcom/images/sele%C3%A7%C3%A3o_2020.1/hooks_-_Ensinando_a_transgredir.pdf

 

KOHAN, Walter Omar. Entre nós, em defesa de uma escola. ETD: Educação Temática Digital, Campinas, v. 19, n. 4, p. 590, 2017. Disponível em:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8648631

 

Linha de Pesquisa 2 - Práticas pedagógicas na educação básica

 

Subárea 2.1 - Práticas de linguagem e (multi)letramentos

 

CASTRO, Vânia de Carvalho; KALANTZIS, Mary; COPE, Bill. Letramento na Era da Inteligência Artificial. Cadernos de Letras. UFF, Niterói, v. 35, n. 69, p. 44-64, jul./dez. 20247 https://periodicos.uff.br/cadernosdeletras/article/view/63346/38412

 

KLEIMAN, Angela B. Letramento na Contemporaneidade. Bakhtiniana, São Paulo, 9 (2): 72-91, Ago./Dez. 2014. https://www.scielo.br/j/bak/a/fTQrQN9BZ7mpPkcvTmBRWHj/?format=pdf&lang=pt&ilang=pt_BR

 

Subárea 2.2 - Práticas pedagógicas, tecnologias e formação docente

 

ARRUDA, E. P.; MILL, D. R. S. Tecnologias digitais, formação de professores e de pesquisadores na pós-graduação: relações entre as iniciativas brasileiras e internacionais. Educação, Santa Maria, v. 46, n. 1, p. e25/ 1–23, 2021. DOI: 10.5902/1984644441203. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/41203. Acesso em: 2 abr. 2025.

 

LIBÂNEO, J. C.; SILVA, E. Finalidades educativas escolares e escola socialmente justa: a abordagem pedagógica da diversidade social e cultural. Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 24, n. esp. 1, p. 816-840, ago. 2020. DOI: https://doi.org/10.22633/rpge.v24iesp1.13783. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/13783/9384

 

 

10. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 

Em caso de empate na pontuação final do processo seletivo, será aplicado o disposto no §2º do art. 44 da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, tendo prioridade de classificação o candidato que comprove ter a menor renda familiar.

O candidato poderá se inscrever para o processo seletivo em apenas 01 (uma) das linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) do Curso de Mestrado Profissional em Educação e em apenas 01 (uma) das linhas de pesquisa e subárea do Curso de Doutorado Profissional. Caso ocorra mais de uma inscrição, será considerada somente a última, desde que paga ou isenta.

 

 

ANEXO A

 

 

LINHAS DO MESTRADO COM DOCENTES COM VAGAS DISPONÍVEIS PARA O PROCESSO SELETIVO 2026

 

 

LINHA DE PESQUISA 1

 

Fundamentos da Educação, corpo e cultura: teoria e prática nos processos educativos

 

Compreende as pesquisas e as experiências pedagógicas que abarcam o campo dos fundamentos da educação, do corpo e da cultura com a abordagem de diferentes perspectivas filosóficas e científicas para a compreensão dos processos educativos. Destaca-se a preocupação com as dimensões estéticas, éticas, políticas e epistemológicas, cultura audiovisual, cultura do corpo, cultura da gestão pedagógica escolar que permeiam a análise, a interpretação e intervenção crítica nos processos educativos.

 

 

 

PROFESSORES:

 

CAROLINA FARIA ALVARENGA - http://lattes.cnpq.br/6221272817852643

Temas de interesse na pesquisa

Educação Infantil - políticas públicas, práticas pedagógicas e formação docente; infâncias, relações de gênero; pedagogia feminista

Referências

ALVARENGA, Carolina Faria. Entrelaçando gênero e políticas públicas: a participação de mulheres-professoras na configuração de gênero dos Indicadores de Qualidade da Educação Infantil Paulistana. 277p. Tese de Doutorado. Faculdade de Educação. Universidade de São Paulo, 2020.

BAPTISTA, Mônica Correia; DA SILVA MICARELLO, Hilda Aparecida Linhares; NEVES, Vanessa Ferraz Almeida. Leitura, escrita e alfabetização: o que a educação infantil tem a ver com isso?. Humanidades & Inovação, 2023.

BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Por amor e por força: rotinas na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CEB nº 5. de 2009. Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília, DF, 2009.

FARIA, Ana Lúcia G. de; PALHARES, Marina Silveira (Org.). Educação infantil pós-LDB: rumos e desafios. 5. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.

GUCZAK, Daiane; MARCHI, Rita de Cássia. Pesquisa com crianças pequenas: questões éticas, primeiras observações e sinais de assentimento. Revista Educação em Questão, v. 59, n. 62, 202

OLIVEIRA-FORMOSINHO, Júlia; PASCAL, Christine. Documentação pedagógica e avaliação na educação infantil um caminho para a transformação. Porto Alegre Penso 2018.

 

 

CLÁUDIO LÚCIO MENDES - http://lattes.cnpq.br/5334515030417081

Temas de interesse na pesquisa

Interessa-se em pesquisar: a) a formação de professores com base neurocientífica; b) a aprendizagem do cérebro e da mente no ambiente escolar; c) os efeitos do mundo digital sobre a aprendizagem escolar.

Referências

ATAGIBA, Diana de Castro; SILVA, Sílvia Cristina. Neurociência educacional. Curitiba: Intersaberes, 2022. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

CACLIUMI, Wagner Allan. Neurociência educacional. São Paulo: Contentus, 2020. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. São Paulo, SP: Atheneu, 2010. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

PARANÁ, Camila. Cognição, atenção e funções executivas. São Paulo: Contentus, 2020. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

SILVA, Fábio Eduardo. Neurociência e aprendizagem: uma aventura por trilhas da neuroeducação. Curitiba: Intersaberes, 2021. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

 

LUIZ FERNANDO DE OLIVEIRA - http://lattes.cnpq.br/5802375448075466

Temas de interesse na pesquisa

Educação e Desigualdades Socioescolares (no campo teórico-empírico da Sociologia da Educação); Cinema e Educação (no campo da Sociologia e Filosofia da Arte); Estudo da obra de Paulo Freire (no campo da História e Filosofia da Educação)

Referências

DUARTE, R. Cinema & educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

FREIRE, P. A propósito de uma administração. Recife: Imprensa Universitária, 1961. Disponível em

<http://www.acervo.paulofreire.org:8080/jspui/handle/7891/1362>, acesso em 30 de março de 2020.

FREIRE, P. Educação e atualidade brasileira. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2003.

OLIVEIRA, L. F. de. Quando Sísifo alcança o topo da montanha: escolarização de longo curso, vida socioprofissional e disposições culturais de sujeitos de origem popular. 2017. 384 f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. 2017. Disponível em: <https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUBD-AW9LQ8/1/teseluiz_fernando_de_oliveira.pdf>, acesso em 22 novembro 2021.

ŽIŽEK, S. Lacrimae rerum: ensaios sobre o cinema moderno. São Paulo: Boitempo, 2006.

 

MÁRCIO MAGALHÃES DA SILVA - http://lattes.cnpq.br/0290204428458868

Temas de interesse na pesquisa

Psicologia Histórico-Cultural; Pedagogia Histórico-Crítica; Educação Especial Inclusiva; Estudos Críticos do Autismo; Educação, Opressões e Violência.

Referências

COSTA, Mariana Lins e Silva. Da violência que estrutura a sociedade ao comportamento violento: contribuições da teoria histórico-cultural. 2022. 128 f. Tese (Doutorado em Psicologia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2022.

NOVAES, Daniel. Relações de ensino na abordagem de Vygotsky: a criança, o autismo e o professor. Curitiba: CRV, 2024.

SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações. 9. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.

VIGOTSKI, Lev Semionovich. Obras completas, tomo 5: fundamentos de defectologia. Tradução do Programa de Ações Relativas às Pessoas com Necessidades Especiais (PEE). Cascavel, PR: EDUNIOESTE, 2022.

VIGOTSKI, Liev Semionovitch. Psicologia, desenvolvimento humano e marxismo. Tradução de Priscila Marques, organização Gisele Toassa e Priscila Marques. São Paulo: Hogrefe, 2023.

 

VANDERLEI BARBOSA - http://lattes.cnpq.br/2941948075191747

Temas de interesse na pesquisa

Ética da libertação e do cuidado; Formação de professores; Cultura brasileira; Pensamento latino-americano; Teologia da libertação; Filosofia da educação; Religião e cristianismo de libertação; Educação e humanização.

Referências

JAEGER, W. Paidéia: a formação do homem grego. Tradução Artur M. Parreira; 3. ed.São Paulo: Martins Fontes, 1995.

MANACORDA, M. A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. Tradução Gaetano Lo Monaco. São Paulo: Cortez, 1996.

BOFF, L. Saber cuidar: Ética do Humano - Compaixão pela Terra. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.

DARDOT, P.; LAVAL, C. A Nova Razão do Mundo: Ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Editora Boitempo, 2016.

GALEANO, E. As veias abertas da América Latina. Tradução de Galeno de Freitas. 42ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.

LOWY, M. Walter Benjamin: aviso de incêndio. Uma leitura das teses “Sobre o conceito de história”. São Paulo: Boitempo, 2005.

 

 

LINHA DE PESQUISA 2

 

Desenvolvimento profissional docente, práticas pedagógicas e inovações

 

Tem por objetivo investigar processos de Desenvolvimento profissional docente com ênfase nas práticas pedagógicas e inovações desde os sistemas de ensino à sala de aula, inclusive no âmbito das políticas públicas educacionais.

 

PROFESSORES:

 

BRAIAN GARRITO VELOSO - http://lattes.cnpq.br/2537302046587655

Temas de interesse na pesquisa

Educação e Tecnologias; Formação de Professores para e pelas Tecnologias; Educação a Distância e Ensino Remoto; Metodologias Ativas.

Referências

ARRUDA, E. P.; MILL, D. Tecnologias digitais, formação de professores e de pesquisadores na pós-graduação: relações entre as iniciativas brasileiras e internacionais. Revista Educação, Santa Maria, ano 46, p. 1-23,

2001. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/41203>. Acesso em: 15 ago. 2022.

PINTO, K. E. V.; MARTINS, R. X. A implantação do Ensino Remoto Emergencial em escolas públicas e particulares da Educação Básica: estudo de caso em um município mineiro. Em Rede - Revista de Educação a Distância, v. 8, n. 1, 16 jul. 2021. Disponível em: < https://www.aunirede.org.br/revista/index.php/emrede/article/view/738 >. Acesso em: 15 ago. 2022.

LÉVY, P. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999.

SALDANHA, L. C. D. O discurso do ensino remoto durante a pandemia de COVID-19. Revista

a Educação e Cultura Contemporânea, Rio de Janeiro, ano 50, v. 17, p. 124-144, 2020. Disponível em:

<http://periodicos.estacio.br/index.php/reeduc/article/view/8701/47967205>. Acesso em: 12 ago. 2022.

VELOSO, B. Proposições sobre Educação, Tecnologias e Paulo Freire. In: MILL, D.; SANTIAGO, G. (Orgs.). Luzes sobre as Estratégias Pedagógicas com Tecnologias Digitais: uma visão propositiva. São Carlos, SEaD-UFSCar, 2021, p. 51-71. Disponível em:

<https://www.researchgate.net/publication/350382011_Proposicoes_sobre_Educacao_Tecnologias_e_Paulo_Freire>. Acesso em: 15 ago. 2022.

 

BETHÂNIA BITTENCOURT COSTA E SILVA - http://lattes.cnpq.br/1413476375797178

Temas de interesse na pesquisa

Gestão democrática da/a escola pública; Eleição de diretores escolares; Democracia na escola pública; Gestão escolar; Atuação da coordenação/ supervisão pedagógica na gestão democrática.

Referências:

BALL, Stephen. Education Reform. What is Policy? Texts, trajectories and toolboxes. USA: Open University Press, 1994.

BALL, Stephen; MAGUIRE, Meg; BRAUN, Annette. Como as escolas fazem as políticas: Atuação em escolas secundárias. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2016.

BITTENCOURT, Bethânia; CASTRO, Marcela Moraes; AMARAL, Daniela Patti. Democracia e democratização da escola: a eleição-participação como contexto de uma meta. Revista Eletrônica de Educação, v. 15, 2021.

BOBBIO, Norberto. Direita e Esquerda: Razões e significados de uma distinção política. 3. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2011.

LIMA, Licínio C. A gestão democrática das escolas: do autogoverno à ascensão de uma pós-democracia gestionária? Educação & Sociedade, v. 35, p. 1067-1083, 2014.

LIMA, Licínio C. Por que é tão difícil democratizar a gestão da escola pública? Educar em Revista, v. 34, n. 68, p. 15-28, 2018.

MAINARDES, Jefferson. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. Educação & sociedade, v. 27, p. 47-69, 2006.

 

FRANCINE DE PAULO MARTINS LIMA - http://lattes.cnpq.br/4747830234482028

Temas de interesse na pesquisa

Formação de professores e Desenvolvimento profissional Docente na educação básica e superior; Formação de Formadores e a dimensão formativa do trabalho pedagógico no contexto da educação básica (com foco nos coordenadores, supervisores e apoio pedagógico); Indução à docência de professores iniciantes; Didática e fazer docente na educação básica e superior; Pesquisa-formação como fundamento e método de pesquisa com professores e profissionais da educação básica.

Referências

ANDRÉ, M. (Org.) Práticas inovadoras na formação de professores. Campinas, SP: Papirus, 2016.

AMBROSETTI, N. B..; LIMA, F. de P. M.; SIGNORELLI, G.; CALIL, A. M. G. C. Formadores escolares: perspectivas de atuação em processos de indução à docência. Revista Eletrônica de Educação, v.14, 1-19, e4263118, jan./dez. 2020

CANÁRIO, R. Formação e desenvolvimento profissional de professores. Disponível em: https://crispasuper.files.wordpress.com/2012/06/ formdesenvolprofisprofes.pdf

CANDAU, V. FERNANDES, C. CRUZ, G. B. Didática e fazeres- saberes pedagógicos: Diálogos, insurgências e políticas. Belo Horizonte: Editora Vozes, 2020.

GATTI, B. A.; BARRETTO, E. S. S., ANDRÉ, M. E. D. A.; ALMEIDA, P. C. A. Professores do Brasil: novos cenários de formação. Brasília: UNESCO, 2019. (Livro Eletrônico)

NÓVOA, A. Firmar A Posição Como Professor, Afirmar A Profissão Docente. Cadernos de Pesquisa, v. 47, n.11, p. 66- 1133, out./dez., 2017.

 

GIOVANNA RODRIGUES CABRAL - http://lattes.cnpq.br/3631271908449320

Temas de interesse na pesquisa

Políticas públicas e Organização da Educação: políticas e programas voltados para a educação básica e superior; relações entre escolas e sistemas de ensino; legislação educacional; regime de colaboração entre os entes federados. Gestão educacional e escolar: formação inicial e continuada de gestores; identidade profissional e saberes da gestão; gestão da educação municipal; planejamento e rotinas nos sistemas de ensino e nas escolas; mecanismos de gestão democrática do ensino público; dimensões da gestão escolar; o trabalho de coordenação e inspeção escolar.

Referências

BARROSO, J. Políticas Educativas e Organização escolar. Lisboa: Universidade Aberta, 2005.

CURY, C. R.; TRIPODI, Z. F. Políticas educacionais. São Paulo: Editora Contexto, 2023

LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. SP: Heccus Editora, 2021

LIMA, L. C. V. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2001.

OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. Petrópolis: Vozes, 2001.

 

JEFFERSON ADRIANO NEVES - http://lattes.cnpq.br/6323444324286748

Temas de interesse na pesquisa

Ensino de Física; Ensino de Ciências; Alfabetização Científica; Ensino por Investigação; Argumentação.

Referências

CARVALHO, A. M. P. de (Org.). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Thomson, 2004.

CARVALHO, A. M. P. de (Org.). Ensino de ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: cengage learning, 2013.

BORGES, A. T. Novos rumos para o laboratório escolar de ciências. Caderno Brasileiro de ensino de Física, v. 19, n. 3, p. 291-313, 2002.

FOUREZ, G. Crise no ensino de Ciências? Investigações em ensino de ciências, v. 8, n. 2, p. 109-123, 2003.

SASSERON, L. H. Alfabetização científica, ensino por investigação e argumentação: relações entre ciências da natureza e escola. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 17, p. 49-67, 2015.

 

JOSE ANTONIO ARAUJO ANDRADE - http://lattes.cnpq.br/8887795744073669

Temas de interesse na pesquisa

Organização do Ensino de Matemática ou Física na perspectiva histórico-cultural. Relação estabelecida por professores que ensinam matemática com os saberes que constituem a profissão docente. Desenvolvimento Profissional Docente. Investigação da prática pedagógica orientada pela Teoria da Atividade e/ou pela Teoria do Ensino Desenvolvimental.

Referências

ANDRADE, J. A. A.; TEIXEIRA, C. J.; SANSÃO, W. V. de S. A organização do ensino de matemática em uma perspectiva histórico-cultural: considerações acerca do objeto da atividade de ensino para o desenvolvimento do pensamento teórico. Obutchénie. Revista de Didática e Psicologia Pedagógica, v. 8, p. 1-20, 2024.

LIBÂNEO, J. C. A didática e a Aprendizagem do Pensar e do Aprender: a Teoria Histórico-cultural da Atividade e a Contribuição de Vasili Davydov. Revista Brasileira de Educação [online]. 2004, n.27, pp.5-24.

NÚNEZ, I. B. Vygotsky, Leontiev e Galperin: formação de conceitos e princípios didáticos. Brasília: Liber Livro, 2009.

LEONTIEV, A.N. Atividade. Consciência. Personalidade. Bauru-SP: Mireveja, 2021.

 

LETÍCIA MENDONÇA LOPES RIBEIRO - Lattes: http://lattes.cnpq.br/7386744504215251

Temas de interesse na pesquisa

Profissão, Trabalho, Identidade e Saberes Docentes; Práticas didático-pedagógicas para Educação Especial e Inclusiva

Referências

BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 25 jul. 2024.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

BONDÍA, J.L. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, ANPEd, n. 19, p. 20-28, Abr. 2002. Disponível em https://www.scielo.br/j/rbedu/a/Ycc5QDzZKcYVspCNspZVDxC/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 20 out. 2024.

CAVACO, M. H. Ofício do professor: o tempo e as mudanças. In NÓVOA, A. (org.). Profissão Professor. Porto: Porto Editora, 1991. p.155-191.

MENDES, E.G. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira de Educação, Campinas, v. 11, n. 33, p. 387–405, set./dez. 2006. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/rbedu/a/KgF8xDrQfyy5GwyLzGhJ67m/?format=pdf&lang=pt\>

. Acesso em: 21 ago. 2025.

OLIVEIRA, D.A. Trabalho docente. In: OLIVEIRA, D.A.; DUARTE, A.M.C.; VIEIRA, L.M.F. DICIONÁRIO: trabalho, profissão e condição docente. Belo Horizonte: UFMG/Faculdade de Educação, 2010. Disponível em: https://gestrado.net.br/wp-content/uploads/2020/08/429-1.pdf. Acesso em: 01 abr. 2024.

TARDIF, M. RAYMOND, D. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério. Educação e Sociedade, Campinas, v.21, n.73, p. 209-244, dez. 2000. Disponível em http://www.scielo.br. Acesso em: 05 dez. 2024.

 

REGILSON MACIEL BORGES - http://lattes.cnpq.br/4262613256144204

Temas de interesse na pesquisa

Avaliação educacional (avaliação da aprendizagem; avaliação institucional; avaliação de sistemas); Políticas de avaliação da educação básica; Usos dos resultados das avaliações externas (SAEB; IDED; SIMAVE); Base Nacional Comum Curricular (BNCC); Conselhos Municipais de Educação; Conselhos Estaduais de Educação. Políticas de Formação Docente.

Referências

ARCAS, P. H.; BORGES, R. M. Construindo uma Proposta de Formação Continuada de Gestores Escolares. Devir Educação, Lavras, v. 6, n.1, e-515, 2022.

CALDERÓN, A.I.; BORGES, R. M. Universidades estaduais paulistas e políticas de formação docente: confrontos e tensões no início da década de 2010. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, v. 37, p. 132-157, 2021.

COELHO, M. I. de M. Vinte anos de avaliação da educação básica no Brasil: aprendizagens e desafios. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v. 16, n. 59, p. 229-258, abr./jun. 2008.

CURY, C. R. J. Conselhos de Educação: fundamentos e funções. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, Goiás, v. 22, n. 1, p. 41-67, jan. /jun. 2006.

MERLI, A. de A. A homologação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e suas implicações para a construção de propostas curriculares. Movimento-Revista de Educação, Niterói, ano 6, n. 10, p. 173-194, jan./jun. 2019.

SANTANA, A. da C. M.; ROTHEN, J. C. A avaliação externa das escolas e a formação continuada de professores: o caso paulista. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 15, p. 91-110, 2015.

 

 

 

 

 

LINHA DE PESQUISA 3

 

Práticas de linguagens e (multi)letramentos em contextos educativos

 

A linha abrange estudos e pesquisas que têm como objeto de investigação as práticas pedagógicas e seus usos no cotidiano social, incorporando: a) oralidade e seus usos públicos; b) espaços da leitura, formação de sujeitos-leitores, letramento literário e formação literária docente; c) produção, circulação e produção de textos e a constituição de sujeitos- enunciadores; d) análise linguístico-semiótico-discursiva nos diferentes contextos e suportes; e) processos de alfabetização e formação de professores alfabetizadores; f) (multi)letramentos e multimodalidade; g) discursos e políticas públicas sobre/para a formação de professores.

 

PROFESSORES:

 

HELENA MARIA FERREIRA - http://lattes.cnpq.br/4670251806372445

Temas de interesse na pesquisa

Pedagogia dos multiletramentos. Processos de textualização de textos multissemióticos. Ensino de português como língua materna e sua interface com as novas tecnologias. Formação de professores na perspectiva dos multiletramentos. Leitura e escrita de gêneros textuais/discursivos.

Referências

BARTON, D.; LEE, C. Linguagem online: textos e práticas digitais. Trad. Milton Camargo Mota. São Paulo: Parábola Editorial, 2015.

DUDENEY, G.; HOCKLY, N.; PEGRUM, M. Letramentos digitais. Trad. Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.

KALANTZIS, M.; COPE, B.; PINHEIRO, P. Letramentos. Campinas: Editora da Unicamp, 2020. ROJO, R.; MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012.

VILLARTA-NEDER, M. A.; FERREIRA, H. M. Processos de textualização em textos não verbais: formando professores na perspectiva dos multiletramentos. Calidoscópio, v. 17, n.3, p. 592–614, 2018.

Disponível em http://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/cld.2019.173.10

 

ILSA DO CARMO VIEIRA GOULART - http://lattes.cnpq.br/2333309094936325

Temas de interesse na pesquisa

Linguagem e infância. Cultura escrita. Leitura literária. Formação literária docente. Mediação literária. Estratégias de leitura. Espaços de leitura. Contação de histórias. Narrativas orais ou digitais. Alfabetização e Letramento. Alfabetização como processo discursivo. Formação de professores alfabetizadores. Leitura e escrita na educação infantil. Práticas de leitura e de produção escrita nos anos iniciais do ensino fundamental.

Referências

COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006. 135 p.

GOULART, I. C. V.; MAZIERO, M. D. S.; CARVALHO, S. A. S.; Leitura, escrita e alfabetização: a pluralidade das práticas. Campinas: Edições Leitura Crítica, 2017. Disponível em: http://www.nucleoestudo.ufla.br/nelle/publicacoes/livros

GOULART, I. C. V. Leitura, leitura literária e ensino: representações discursivas da década de 1980. Lavras, Editora Ufla, 2023. Disponível em: http://repositorio.ufla.br/handle/1/58685

SOUZA, R. J. de et al. (Org.). Ler e compreender: estratégias de leitura. 1. ed. Campinas: Mercado de Letras, 2010, p. 45- 114.

SISTO, C. Textos e pretextos sobre a arte de contar história. 1. ed. Chapecó: Argos, 2012. 216 p.

SMOLKA, A. L. B. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2012.

SOARES, M. Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos. Revista Pátio, São Paulo, v. 29, p. 96-100, fev. 2004. Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/bitstream/ 123456789/40142/1/01d16t07.pdf.

 

JACILUZ DIAS FONSECA - http://lattes.cnpq.br/1344762020789669

Temas de interesse na pesquisa

Multiletramentos. Textualização em textos multimodais e gêneros digitais emergentes. Usos de tecnologias digitais e de inteligência artificial no ensino de Língua Portuguesa. Formação docente sob a perspectiva da Pedagogia dos Multiletramentos. Elaboração de materiais didáticos para o ensino de Língua Portuguesa.

Referências

CAZDEN et al. Uma pedagogia dos multiletramentos. Desenhando futuros sociais. (Orgs. Ana Elisa Ribeiro e Hércules Tolêdo Corrêa; Trad. Adriana Alves Pinto et al.). Belo Horizonte: LED, 2021. Disponível em: https://www.led.cefetmg.br/wp-content/uploads/sites/275/2021/10/Uma-pedagogia-dos-multiletramentos.pdf.

FERREIRA, H. M.; ALMEIDA, P. V.; DIAS, J. Mecanismos enunciativos constitutivos da tessitura de textos multissemióticos: uma proposta de análise. Veredas: Revista de Estudos Linguísticos, Juiz de Fora, v. 21, n. 3, p. 194-215, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/veredas/article/view/28190.

MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008. p. 146-225.

RIBEIRO, A. E. Multimodalidade, textos e tecnologias: provocações para a sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2021.

ROJO, R.; MOURA, E. Letramentos, mídias, linguagens. São Paulo: Parábola, 2019.

 

MARCO ANTONIO VILLARTA NEDER - http://lattes.cnpq.br/9176879168740586

Temas de interesse na pesquisa

Práticas pedagógica enquanto espaço dialógico de alteridades e tensões intersubjetivas e enquanto espaço ético de construção de mútua responsabilidade. Dimensões linguístico-discursivas como dizeres, fazeres e compreensões para constituição dos acontecimentos pedagógicos.

Referências

BAKHTIN, M. M. Arte e Responsabilidade. In: BAKHTIN, M. M. Estética da Criação Verbal. Trad. de Paulo Bezerra. 18. Ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2018.

BAKHTIN, M. M. Questões de estilística no ensino da língua. Tradução, posfácio e notas de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. São Paulo: Editora 34, 2013.

MEDVIÉDEV, P. N. O gênero e a realidade. In MEDVIÉDEV, P.N. O método formal nos estudos literários: introdução crítica a uma poética sociológica. Tradução de Ekaterina Vólkova Américo e Sheila Camargo Grillo. São Paulo: Contexto, 2012, p. 198-200.

VOLÓCHINOV, V.N. As mais recentes tendências do pensamento linguístico ocidental. In VOLÓCHINOV, V.N. A palavra na vida e a palavra na poesia: ensaios, artigos, resenhas e poemas. Organização, tradução, ensaio introdutório e notas de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. São Paulo: Editora 34, 2019, p. 147-181

 

 

LINHAS/SUBÁREAS DO DOUTORADO COM DOCENTES COM VAGAS DISPONÍVEIS PARA O PROCESSO SELETIVO 2026

 

 

LINHA DE PESQUISA 1

 

POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

 

A linha visa discutir e investigar as políticas públicas, sua articulação com a gestão da educação básica e com os processos de ensino-aprendizagem, tendo como foco principal a qualificação de docentes, gestores escolares e dos sistemas de ensino para a gestão na Educação Básica como principal foco. O propósito desta linha é o de analisar a relação entre Estado e sociedade civil nos contextos social, econômico e cultural, estudando os processos de correlação de forças sociais que envolvem os interesses, conflitos e disputas voltados à garantia dos direitos básicos dos cidadãos, neste caso, o direito à educação.

 

1.1 SUBÁREA - POLÍTICAS EDUCACIONAIS, GESTÃO DA EDUCAÇÃO E CONTEXTOS ESCOLARES

 

PROFESSORES:

 

GIOVANNA RODRIGUES CABRAL - http://lattes.cnpq.br/3631271908449320

Temas de interesse na pesquisa

Políticas públicas e Organização da Educação: políticas e programas voltados para a educação básica e superior; relações entre escolas e sistemas de ensino; legislação educacional; regime de colaboração entre os entes federados. Gestão educacional e escolar: formação inicial e continuada de gestores; identidade profissional e saberes da gestão; gestão da educação municipal; planejamento e rotinas nos sistemas de ensino e nas escolas; mecanismos de gestão democrática do ensino público; dimensões da gestão escolar; o trabalho de coordenação e inspeção escolar.

Referências

BARROSO, J. Políticas Educativas e Organização escolar. Lisboa: Universidade Aberta, 2005.

CURY, C. R.; TRIPODI, Z. F. Políticas educacionais. São Paulo: Editora Contexto, 2023

LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. SP: Heccus Editora, 2021

LIMA, L. C. V. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2001.

OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. Petrópolis: Vozes, 2001.

 

PAULO HENRIQUE ARCAS - http://lattes.cnpq.br/3352424918327331

Temas de interesse na pesquisa

Avaliação Educacional (avaliação em larga externa e em larga escala; avaliação institucional; avaliação da aprendizagem; avaliação de programas e projetos educacionais); Avaliação da Educação Básica; Avaliação da Educação Superior (ENADE). Gestão Educacional (gestão dos sistemas de ensino e gestão escolar; inspeção escolar; direção escolar; supervisão/coordenação escolar; gestão democrática; conselhos escolares; conselhos de classe; projeto político pedagógico; planejamento educacional e escolar; formação – inicial e continuada de professores e gestores escolares; formação dos professores para avaliação).

Referências

ALAVARSE. O. M. Desafios da avaliação educacional: ensino e aprendizagem como objetos de avaliação para a igualdade de resultado. Cadernos Cenpec, São Paulo, v.3, n.1, p.135-153, jun. 2013.

ARCAS, P. H.; BORGES, R. M. A produção acadêmica sobre o SIMAVE: mapeamento de teses e dissertações (2000-2019). Olhar de Professor, v. 23, p. 1–20, 2020. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/15946 Acesso em: 24 mar. 2024.

ESTEBAN, M. T.; AFONSO, A. J. (Orgs.). Olhares e Interfaces: reflexões críticas sobre a avaliação. 1ª Edição. São Paulo: Cortez Editora, 2010.

FERNANDES, C. O. (Org.). Avaliação das aprendizagens: sua relação com o papel social da escola. São Paulo: Cortez Editora, 2014.

FREITAS; L.; SORDI; M.; MALAVASI, M.; FREITAS, H. Avaliação Educacional: caminhando pela contramão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola – Teoria e Prática. 6. Ed. São Paulo: Heccus Editora, 2021.

LIMA, L. A escola como organização educativa: uma abordagem sociológica. 4. Ed. São Paulo: Cortez Editora, 2015.

PARO, V. Administração escolar: introdução crítica. 12. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2018.

 

REGILSON MACIEL BORGES - http://lattes.cnpq.br/4262613256144204

Temas de interesse na pesquisa

Avaliação da aprendizagem, institucional e de sistemas; Políticas de avaliação e regulação da educação; Avaliação da educação básica; Autoavaliação da educação básica e superior; Apropriação dos resultados das avaliações; Formação de professores em avaliação educacional; Base Nacional Comum Curricular (BNCC); Conselhos de Educação no Brasil; Organização e gestão da escola e dos sistemas de ensino; Políticas educacionais, reformas educacionais e planos de educação.

Referências

AGUIAR, M. A. da S.; DOURADO, L. F. A BNCC na contramão do PNE 2014-2024: avaliação e perspectivas. Recife: ANPAE, 2018. Disponível em: https://www.anpae.org.br/BibliotecaVirtual/4-Publicacoes/BNCC-VERSAO-FINAL.pdf

BORGES, R. M.; BRANDALISE, M. A. T.; NUNES, A. K. F. Políticas de avaliação da educação básica no Brasil: entre cenários do passado e futuros incertos. In: NUNES, A. K. F.; REDONDO, E. G. (Org.). Políticas de Avaliação da Qualidade Educativa em Perspectiva Internacional. 1ed. Aracaju: Criação Editora, 2024, p. 27-45. Disponível em: https://editoracriacao.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LIVRO-DAS-AMERICAS.pdf

BRANDALISE, M. A. T.; BORGES, R. M. Conselhos de Educação no Brasil: interfaces entre o estado e a sociedade. In: SOUZA, A. C. de (Org.). Políticas educacionais: legislação e desafios contemporâneos. 1ed. Campo Grande: Editora UFMS, 2025, p. 83-110. Disponível em: https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/11593

CALDERÓN, A. I.; BORGES, R. M. Avaliação em larga escala na Educação Básica: usos e tensões teórico-epistemológicas. Meta: Avaliação, Rio de Janeiro, v. 12, p. 28-58, 2020. Disponível em: https://revistas.cesgranrio.org.br/index.php/metaavaliacao/article/view/2281

LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F. de; TOSCHI, M. S. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed., rev. e ampl. São Paulo, SP: Cortez, 2012.

VILLAS BOAS, B. M. F.; SOARES. S. L. O lugar da avaliação nos espaços de formação de professores. Cadernos CEDES, Campinas, v. 36, p. 239-254, 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ccedes/a/bxfq69RW6GWvBH7hP5sNkgy/

 

 

1.2 SUBÁREA - FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS E TRABALHO DOCENTE NA EDUCAÇÃO BÁSICA

 

PROFESSORES:

 

CLÁUDIO LÚCIO MENDES - http://lattes.cnpq.br/5334515030417081

Temas de interesse na pesquisa

a) a formação de professores com base neurocientífica; b) a aprendizagem do cérebro e da mente no ambiente escolar; c) conceitos como a estrutura do SNC, neuroplasticidade, memória, atenção, funções executivas e cognição; d) os efeitos do mundo digital sobre a aprendizagem escolar.

Referências

ATAGIBA, D. de C.; SILVA, S. C. Neurociência educacional. Curitiba: Intersaberes, 2022. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

CACLIUMI, W. A. Neurociência educacional. São Paulo: Contentus, 2020. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

LENT, R. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. São Paulo, SP: Atheneu, 2010. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

PARANÁ, C. Cognição, atenção e funções executivas. São Paulo: Contentus, 2020. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

SILVA, F. E. Neurociência e aprendizagem: uma aventura por trilhas da neuroeducação. Curitiba: Intersaberes, 2021. Acervo ebook Biblioteca da UFLA.

 

FÁBIO PINTO GONÇALVES DOS REIS - http://lattes.cnpq.br/5734119316317124

Temas de interesse na pesquisa

Organização do trabalho pedagógico na Educação Física escolar. Sociologia da Infância, Educação Infantil e as múltiplas linguagens. Infâncias, Juventudes e os marcadores sociais das diferenças no processo educativo.

Referências

ABRAMOWICZ, A.; TEBET, G. (Orgs). Infância e pós-estruturalismo. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019.

CARNEIRO, K. T.; REIS, F. P. G. dos. Por uma pedagogia do jogo nos anos iniciais do ensino fundamental. In: VIEIRA, R. A. G.; LOPES, J. P. G. (Orgs.). Ensino e pesquisa em educação física. Belém: RBF, 2024, v. 1, p. 29-42.

SANTOS, A. dos; CARNEIRO, K. T.; REIS, F. P. G. dos. Desigualdades étnico-raciais na Educação Infantil - entre saberes, ausências e experiências docentes. Revista Interdisciplinar em Educação e Pesquisa, v. 12, p. 1-25, 2024.

REIS, F. P. G. dos. "Eu fico com a pureza das respostas das crianças...É a vida, é bonita e é bonita": pesquisar poetizando com as culturas das infâncias. In: MARTINS, R. X. (Org.). Metodologia da pesquisa científica: reflexões e experiências investigativas na educação. Lavras: UFLA, 2022, v. 1, p. 182-199.

RODRIGUES, N. M.; REIS, F. P. G. dos; CARNEIRO, K. T.; SILVA, B. A. R. da. Gênero e sexualidades na educação superior: (des)construção de saberes das discentes de pedagogia em um centro universitário no centro-oeste de MG. Textura - ULBRA, v. 22, p. 256-274, 2020.

 

RUBENS ANTONIO GURGEL VIEIRAhttp://lattes.cnpq.br/0784257177718305

Temas de interesse na pesquisa

Currículo; Política educacional; Educação física escolar; Corpo, cultura corporal, práticas corporais; Culturas marginalizadas; Estudos culturais; Filosofia da diferença; Pedagogia do esporte.

Referências

GALLO, S. D. de O. Deleuze e a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2013

HALL, S. A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. Educação & Realidade, Porto Alegre, v.22, n.2, p. 15-46, jul./dez. 1997

KASTRUP, V. A invenção de si e do mundo: uma introdução do tempo e do coletivo no estudo da cognição. Campinas: Papirus, 1999.

SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

 

LINHA DE PESQUISA 2

 

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA

 

A linha tem as práticas pedagógicas como objeto de investigação, abriga pesquisas que objetivam analisar as demandas apresentadas pelas instituições escolares e pela sociedade da informação. A linha abarca investigações acerca dos processos de ensino e de aprendizagem e sobre os saberes relacionados à didática, às metodologias de ensino, às relações entre conhecimentos científicos, práticas escolares, mediações pedagógicas e saberes ensinados; processos de construção do conhecimento em sala de aula, nas perspectivas disciplinar, multi e interdisciplinar no âmbito da escola básica, multiletramentos e usos de tecnologias em sala de aula.

 

 

2.1 SUBÁREA - PRÁTICAS DE LINGUAGEM E (MULTI)LETRAMENTOS

 

PROFESSORES:

 

HELENA MARIA FERREIRA - http://lattes.cnpq.br/4670251806372445

Temas de interesse na pesquisa

Processos de textualização/textualidades de produções multissemióticas em língua portuguesa. Formação de professores para o trabalho com textos multissemióticos. O trabalho com videoanimações em sala de aula. Inteligência artificial e o ensino de língua portuguesa na educação básica. O ensino das práticas de leitura na educação básica.

Referências

CAZDEN et al. Uma pedagogia dos multiletramentos:desenhando futuros sociais. (Orgs. Ana Elisa Ribeiro e Hércules Tolêdo Corrêa; Trad. Adriana Alves Pinto et al.). Belo Horizonte: LED, 2021.

CARDOSO, F. A. C.; SOUZA, D. D. de. Inteligência artificial: precauções e contribuições no ensino de Língua Portuguesa (produção textual). Cadernos de Letras da UFF, v. 35, n. 69, 30 dez. 2024. Disponível em: https://periodicos.uff.br/cadernosdeletras/article/view/63605.

KRESS, G.; VAN LEEUWEN, T. Reading images: the grammar of visual design. 2.ed. London and New York: Routledge, 2006.

SILVA, A. I. R.; FERREIRA, H. M. Videoanimação em sala de aula: dimensões teóricas e metodológicas. São Paulo: Pimenta Cultural, 2024.

SOUSA, C. N.; OLIVEIRA, S. S. A compreensão leitora em textos multimodais. In: BRITO, M. A. P.; OLIVEIRA, S. S.; MARTINS, M. A. (Org.). Integração Acadêmica: perspectivas da linguística textual na Pós-Graduação: uma homenagem à professora Mônica Magalhães Cavalcante. Campinas, SP : Pontes Editores, 2025;https://ponteseditores.com.br/loja3/?download_file=23428&order=wc_order_jrGWA3V7rsd3F&uid=975cbefccb7a50c240a678db940e43e112c778d930bcee0db144b8e1c7b86b5c&key=d4437d0e-916b-4029-9ef6-04dc2abb3c50

 

ILSA DO CARMO VIEIRA GOULART - http://lattes.cnpq.br/2333309094936325

Temas de interesse na pesquisa

Alfabetização e letramento. Formação do professor alfabetizador. Produção escrita. Práticas de leitura literária e contação de histórias. Estratégias de leitura. Mediação literária. Relações entre leitura e ensino. Formação literária docente. Materialidade dos livros de literatura infantil: dimensão estética, literária e afetiva.

Referências

COSSON, R. A prática da leitura literária na escola: mediação ou ensino? Nuances: estudos sobre Educação, Presidente Prudente, v. 26, n. 3, p. 161-173, set./dez. 2015. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/Nuances/article/view/3735 Acesso em: 30 mar. 2025.

GOULART, I. do C. V. Leitura, leitura literária e Ensino. Lavras: Editora Ufla, 2023. Disponível em: http://repositorio.ufla.br/handle/1/58685 Acesso em: 30 mar. 2025.

PAULINO, G. et al. A formação e professores leitores: uma ligação entre a infância e a vida adulta? Educação em Revista, Belo Horizonte, n.30, dez. 1999. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0102-469819990002&lng=pt&nrm=iso Acesso em: 30 mar. 2025.

SOARES, M. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2020.

YUNES, E. Pelo avesso: a leitura e o leitor. Letras, Curitiba, n.44, p. 141-150. 1995. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/letras/article/view/19078 Acesso em: marc. 2025.

 

JACILUZ DIAS FONSECA - http://lattes.cnpq.br/1344762020789669

Temas de interesse na pesquisa

Multiletramentos. Textualização em textos multimodais e gêneros digitais emergentes. Usos de tecnologias digitais e de inteligência artificial no ensino de Língua Portuguesa. Formação docente sob a perspectiva da Pedagogia dos Multiletramentos. Elaboração de materiais didáticos para o ensino de Língua Portuguesa.

Referências

CAZDEN et al. Uma pedagogia dos multiletramentos. Desenhando futuros sociais. (Orgs. Ana Elisa Ribeiro e Hércules Tolêdo Corrêa; Trad. Adriana Alves Pinto et al.). Belo Horizonte: LED, 2021. Disponível em: https://www.led.cefetmg.br/wp-content/uploads/sites/275/2021/10/Uma-pedagogia-dos-multiletramentos.pdf.

FERREIRA, H. M.; ALMEIDA, P. V.; DIAS, J. Mecanismos enunciativos constitutivos da tessitura de textos multissemióticos: uma proposta de análise. Veredas: Revista de Estudos Linguísticos, Juiz de Fora, v. 21, n. 3, p. 194-215, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/veredas/article/view/28190.

MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008. p. 146-225.

RIBEIRO, A. E. Multimodalidade, textos e tecnologias: provocações para a sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2021.

ROJO, R.; MOURA, E. Letramentos, mídias, linguagens. São Paulo: Parábola, 2019.

 

 

2.2 SUBÁREA - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS, TECNOLOGIAS E FORMAÇÃO DOCENTE

 

PROFESSORES:

 

BRAIAN GARRITO VELOSO - http://lattes.cnpq.br/2537302046587655

Temas de interesse na pesquisa

Intersecção entre educação e tecnologias digitais, considerando diferentes desdobramentos, tais como: práticas pedagógicas para/pelas tecnologias digitais, docência virtual, Educação a Distância (EaD), Educação Híbrida (EH), trabalho docente na cultura digital, práticas de ensino com o uso de recursos tecnológicos digitais, metodologias ativas e inovação pedagógica.

Referências

ARRUDA, E. P.; MILL, D. R. S. Tecnologias digitais, formação de professores e de pesquisadores na pós-graduação: relações entre as iniciativas brasileiras e internacionais. Educação, [S. l.], v. 46, n. 1, p. e25/ 1–23, 2021. DOI: 10.5902/1984644441203. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/41203. Acesso em: 31 mar. 2025.

FEENBERG, A. O que é a filosofia da técnica? In NEDER, R. (Org.). A teoria crítica de Andrew Feenberg: racionalização democrática, poder e tecnologia (pp. 51-65). Brasília: Observatório do Movimento pela Tecnologia Social na América Latina/CDS/UnB/CAPES, 2013b, p. 51-65.

MOREIRA, J. A.; SCHLEMMER, E. Por um novo conceito e paradigma de educação digital onlife. In: Revista UFG, v. 20, 63438, 2020. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/63438. Acesso em: 31 mar. 2025.

VELOSO, B. Educação e tecnologias como comprometimento: proposições para pensar o estudo da técnica em âmbito educacional. Sisyphus: Journal of Education, Lisboa, v. 11, n. 3, p. 89-108, out. 2023. Disponível em: https://revistas.rcaap.pt/sisyphus/article/view/29403. Acesso em: 31 mar. 2025.

VIEIRA PINTO, A. O conceito de tecnologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.

 

FRANCINE DE PAULO MARTINS LIMA - http://lattes.cnpq.br/4747830234482028

Temas de interesse na pesquisa

Formação de professores e Desenvolvimento profissional Docente na educação básica e superior; Formação de Formadores e a dimensão formativa do trabalho pedagógico no contexto da educação básica (com foco nos coordenadores, supervisores e apoio pedagógico); Indução à docência de professores iniciantes; Didática e fazer docente na educação básica e superior; Pesquisa-formação como fundamento e método de pesquisa com professores e profissionais da educação básica.

Referências

ANDRÉ, M. (Org.) Práticas inovadoras na formação de professores. Campinas, SP: Papirus, 2016.

AMBROSETTI, N. B..; LIMA, F. de P. M.; SIGNORELLI, G.; CALIL, A. M. G. C. Formadores escolares: perspectivas de atuação em processos de indução à docência. Revista Eletrônica de Educação, v.14, 1-19, e4263118, jan./dez. 2020

CANÁRIO, R. Formação e desenvolvimento profissional de professores. Disponível em: https://crispasuper.files.wordpress.com/2012/06/ formdesenvolprofisprofes.pdf

CANDAU, V. FERNANDES, C. CRUZ, G. B. Didática e fazeres- saberes pedagógicos: Diálogos, insurgências e políticas. Belo Horizonte: Editora Vozes, 2020.

GATTI, B. A.; BARRETTO, E. S. S., ANDRÉ, M. E. D. A.; ALMEIDA, P. C. A. Professores do Brasil: novos cenários de formação. Brasília: UNESCO, 2019. (Livro Eletrônico)

NÓVOA, A. Firmar A Posição Como Professor, Afirmar A Profissão Docente. Cadernos de Pesquisa, v. 47, n.11, p. 66- 1133, out./dez., 2017.

 

JOSE ANTONIO ARAUJO ANDRADE - http://lattes.cnpq.br/8887795744073669

Temas de interesse na pesquisa

Organização do Ensino de Matemática ou Física na perspectiva histórico-cultural. Relação estabelecida por professores que ensinam matemática com os saberes que constituem a profissão docente. Desenvolvimento Profissional Docente. Investigação da prática pedagógica orientada pela Teoria da Atividade e/ou pela Teoria do Ensino Desenvolvimental.

Referências

ANDRADE, J. A. A.; TEIXEIRA, C. J.; SANSÃO, W. V. de S. A organização do ensino de matemática em uma perspectiva histórico-cultural: considerações acerca do objeto da atividade de ensino para o desenvolvimento do pensamento teórico. Obutchénie. Revista de Didática e Psicologia Pedagógica, v. 8, p. 1-20, 2024.

LIBÂNEO, J. C. A didática e a Aprendizagem do Pensar e do Aprender: a Teoria Histórico-cultural da Atividade e a Contribuição de Vasili Davydov. Revista Brasileira de Educação [online]. 2004, n.27, pp.5-24.

NÚNEZ, I. B. Vygotsky, Leontiev e Galperin: formação de conceitos e princípios didáticos. Brasília: Liber Livro, 2009.

LEONTIEV, A.N. Atividade. Consciência. Personalidade. Bauru-SP: Mireveja, 2021.

 

RITA DE CASSIA SUART - http://lattes.cnpq.br/9667088337903784

Temas de interesse na pesquisa

Formação de professores. Reflexão docente. Abordagem de ensino por investigação. Promoção de habilidades cognitivas, argumentativas e de pensamento crítico. Alfabetização Científica. Abordagem CSTA. Análise materiais didáticos.

Referências

ALARCÃO, I. Professores reflexivos em uma escola reflexiva (5ª ed., pp. 12-59). Cortez, 2003.

FRANCO, L. G.; MUNFORD, D. Compreensões e práticas de futuros professores de Ciências sobre alfabetização científica: uma experiência no contexto do estágio supervisionado. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 22, 1-25, 2020.

RIBEIRO, Z.; SUART, R.; SUART JR, J.; DE SOUZA, J.; REZENDE, E. Processo de elaboração de sequências de aulas contextualizadas e investigativas por professores em formação inicial de química. Indagatio Didactica, 16(3), 1163-1186, 2024.

SUART, R. C.; MARCONDES, M. E. R. O processo de reflexão orientada como metodologia para a formação inicial docente: proposta para a promoção da alfabetização científica por meio da abordagem de ensino por investigação. IENCI, 27(2), 93–115, 2022.

TENREIRO-VIEIRA, C.; VIEIRA, R. M. Promover O Pensamento Crítico e Criativo No Ensino Das Ciências: Propostas Didáticas e Seus Contributos em Alunos Portugueses. Investigações em Ensino de Ciências, v. 26, n. 1, p. 70–84, 2021

 

ANEXO B

 

BAREMA PARA AVALIAÇÃO DOS CURRÍCULOS - MESTRADO

 

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO DO CURRÍCULO

 

1. FORMAÇÃO ACADÊMICA

TIPO DE EVENTO

VALOR POR CADA ITEM

DEVIDAMENTE COMPROVADO

a) Pós-Graduação stricto sensu completo em Ensino (diploma reconhecido no território nacional brasileiro).

6 pontos (máx. 6 pontos)

b) Curso de graduação segunda licenciatura (diploma reconhecido no território nacional brasileiro).

.

4 pontos (máx. 6 pontos)

c) Cursos de especialização lato sensu completo em Educação/Ensino (diploma reconhecido no território nacional brasileiro).

4 pontos (máx. 4 pontos)

d) Cursos de especialização lato sensu completo em outras áreas (diploma reconhecido no território nacional brasileiro).

1 ponto (máx. 1 ponto)

e) Curso de graduação bacharelado (diploma reconhecido no território nacional brasileiro).

1 ponto (máx. 1 ponto)

2. INICIAÇÃO CIENTÍFICA/INICIAÇÃO À DOCÊNCIA/EXTENSÃO

TIPO DE EVENTO

Valor por cada item

DEVIDAMENTE COMPROVADO

f) Projetos de iniciação científica/iniciação à docência/projetos de extensão

3 pontos por projeto (máx.12 pontos)

g) Projetos de formação docente em serviço oferecidos por Secretarias de Educação Municipal, Estadual ou Federal (Projetos com, no mínimo 30 horas de duração)

3 pontos por projeto (máx. 12 pontos)

3. PUBLICAÇÕES

TIPO DE PUBLICAÇÃO

Valor por cada item

DEVIDAMENTE COMPROVADO

h) Artigo em periódico (com ISSN)

2 pontos por artigo (máximo 10 pontos)

i) Livro completo (com Comissão Editorial e com ISBN)

2 pontos por livro (máximo 10 pontos)

j) Organização de livro/dossiê (com Comissão Editorial e com ISBN/ISSN)

2 pontos por dossiê (máximo 8 pontos)

k) Capítulo de livro (com Comissão Editorial e com ISBN)

2 pontos por capítulo (máximo 8 pontos)

l) Trabalho completo em anais de eventos (com ISBN)

1 ponto por texto publicado em anais de eventos (máximo 3 pontos)

4. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS (EXPOSITOR E ORGANIZADOR)

TIPO DE EVENTO

Valor por cada item

DEVIDAMENTE COMPROVADO

m) Apresentação de trabalho em evento (palestra, comunicação oral)

2 pontos por apresentação (máximo 6 pontos)

n) Apresentação de trabalho em evento (pôster)

1 ponto por pôster (máximo 4 pontos)

o) Participação em comissão organizadora de evento

1 ponto por evento (máximo 4 pontos)

5. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS (OUVINTE)

TIPO DE EVENTO

Valor por cada item

DEVIDAMENTE COMPROVADO

p) Participação em eventos acadêmicos (mínimo 4 horas cada evento)

1 ponto por evento (máximo 10 pontos)

6. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

TIPO DE EXPERIÊNCIA

Valor por cada item

DEVIDAMENTE COMPROVADO

q) Atividade docente em cursos de graduação, de especialização, na Educação Básica ou na EJA

2 pontos (por ano) máx. 10 pontos

r) Orientação acadêmica (monografia, iniciação científica etc.)

1 ponto (por orientação) máx. 5 pontos

s) Tutoria de cursos EaD

1 ponto (por disciplina) máx. 3 pontos

t) Função não docente na área de educação

1 ponto (por ano) máx. 3 pontos

u) Participação em órgãos colegiados na área de educação

1 ponto (por ano) máx. 3 pontos

 

 

INSTRUÇÕES PARA PREENCHUIMENTO DO FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO DO CURRÍCULO LATTES:

 

1. Enumerar sequencialmente cada documento.

2. Inserir o(s) número(s) da(s) página(s) relativa(s) a cada documento.

3. Inserir as informações mediante preenchimento do formulário do Anexo C.

4. Caracterizar a atividade realizada.

5. Atestar a conferência de inserção de comprovante.

6. Inserir o valor do item (de acordo com o Quadro das Pontuações).

7. Inserir em anexo os comprovantes:

a) Formação acadêmica: inserir cópia de declaração/certificado ou diploma

b) (Nota de esclarecimento: os diplomas apresentados como requisitos no ato da inscrição não são pontuados no barema. Caso o candidato tenha uma segunda licenciatura ou outro curso de bacharel irá pontuar, conforme explicitado no item 1. Formação Acadêmica, letras “b” e “e”)

c) Projetos diversos: inserir cópia de declaração/certificado.

d) Publicações: inserir dados que permitam a identificação da autoria e do tipo de publicação (capa, sumário, primeira página do texto, etc.).

e) Participação em eventos (expositor/organizador): inserir cópia de declaração/certificado.

f) Participação em eventos (ouvinte): inserir cópia de declaração/certificado.

g) Experiência professional: inserir cópia de declaração, de carteira de trabalho.

 

 

BAREMA PARA AVALIAÇÃO DOS CURRÍCULOS – DOUTORADO

 

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO DO CURRÍCULO

 

1. INICIAÇÃO CIENTÍFICA/INICIAÇÃO À DOCÊNCIA/EXTENSÃO

TIPO DE EVENTO

VALOR POR CADA ITEM

DEVIDAMENTE COMPROVADO

a) Projetos de iniciação científica/iniciação à docência/projetos de extensão

2 pontos por projeto por ano (máx.

8 pontos)

b) Projetos de formação docente em serviço oferecidos por Secretarias de Educação Municipal, Estadual ou Federal

(Projetos com, no mínimo 30 horas de duração)

2 pontos por projeto (máx. 8 pontos)

 

2. PUBLICAÇÕES

TIPO DE PUBLICAÇÃO

VALOR POR CADA ITEM

DEVIDAMENTE COMPROVADO

c) Artigo em periódico (com classificação Qualis Área Educação - Capes 2017-2020)

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito A1 – 10 pontos por artigo

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito A2 – 8.5 pontos por artigo

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito A3 – 7.5 pontos por artigo

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito A4 – 6.0 pontos por artigo

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito B1 – 5.5 pontos por artigo

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito B2 – 4.0 pontos por artigo

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito B3 – 2.5 pontos por artigo

Artigo científico publicado ou aceito em revistas conceito B4 – 1.0 pontos por artigo

d) Livro completo autoral relacionado às áreas Educação, Ensino ou em Cursos da área de Ciências Humanas/CAPES e Ciências Sociais Aplicadas; Ciências da Computação; Sistemas de Informação; Letras/Linguística; Educação Física

(com Comissão Editorial e com ISBN)

5 pontos por livro (máximo 20 pontos)

e) Capítulo de livro das áreas Educação, Ensino ou em Cursos da área de Ciências Humanas/CAPES e Ciências Sociais Aplicadas; Ciências da Computação; Sistemas de Informação; Letras/Linguística; Educação Física

(com Comissão Editorial e com ISBN)

2 pontos por capítulo (máximo 10 pontos)

f) Trabalho completo e/ou resumos expandidos em anais de eventos relacionados as áreas Educação, Ensino ou em Cursos da área de Ciências Humanas/CAPES e Ciências Sociais Aplicadas; Ciências da Computação; Sistemas de Informação; Letras/Linguística; Educação Física (com ISBN)

1 pontos por texto publicado em

anais de eventos ou resumo expandido (máximo 10 pontos)

 

g) Produção técnica com propósitos e aplicação educacionais

2,0 pontos por produto (máximo 10 pontos)

3. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS (EXPOSITOR E ORGANIZADOR) nas áreas Educação, Ensino ou em Cursos da área de Ciências Humanas/CAPES e Ciências Sociais Aplicadas; Ciências da Computação; Sistemas de Informação; Letras/Linguística; Educação Física

TIPO DE EVENTO

VALOR POR CADA ITEM

DEVIDAMENTE COMPROVADO

h) Apresentação de trabalho em evento (palestra, comunicação

oral)

 

2 pontos por apresentação (máximo 10 pontos)

i) Apresentação de trabalho em evento (pôster)

1 ponto por pôster (máximo 4 pontos)

j) Participação em comissão organizadora de evento

1 ponto por evento (máximo 4 pontos)

4. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS (OUVINTE) na área Educação, Ensino ou na área de Ciências Humanas/CAPES

TIPO DE EVENTO

VALOR POR CADA ITEM

DEVIDAMENTE COMPROVADO

k) Participação em eventos acadêmicos (mínimo 8 horas cada evento)

 

1 ponto por evento (máximo 10 pontos)

5. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

TIPO DE EXPERIÊNCIA

VALOR POR CADA ITEM

DEVIDAMENTE COMPROVADO

l) Atividade docente em cursos de graduação, de especialização, na Educação Básica ou na EJA

2 pontos (por ano) máx. 10 pontos

m) Orientação acadêmica (monografia, iniciação científica etc)

1 ponto (por orientação) máx. 5 pontos

n) Tutoria de cursos EaD

1 ponto (por disciplina) máx. 3 pontos

o) Função não docente na área de educação

1 ponto (por ano) máx. 5 pontos

p) Participação em órgãos colegiados na área de educação

1 ponto (por ano) máx. 3 pontos

 

INSTRUÇÕES PARA PREENCHUIMENTO DO FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO DO CURRÍCULO LATTES:

 

1. Enumerar sequencialmente cada documento.

2. Inserir o(s) número(s) da(s) página(s) relativa(s) a cada documento.

3. Inserir as informações mediante preenchimento do formulário do Anexo C.

4. Caracterizar a atividade realizada.

5. Atestar a conferência de inserção de comprovante.

6. Inserir o valor do item (de acordo com o Quadro das Pontuações).

7. Inserir em anexo os comprovantes:

a) Projetos diversos: inserir cópia de declaração/certificado.

b) Publicações: inserir dados que permitam a identificação da autoria e do tipo de publicação (capa, sumário, primeira página do texto, etc.).

c) Participação em eventos (expositor/organizador): inserir cópia de declaração/certificado.

d) Participação em eventos (ouvinte): inserir cópia de declaração/certificado.

e) Experiência profissional: inserir cópia de declaração, de carteira de trabalho que ateste o vínculo empregatício, o tempo e a carga horária de atuação.

 

ANEXO C

 

Formulário de pontuação do Currículo Lattes – MESTRADO

 

 

Candidato: ____________________________________________________________

 

 

1. FORMAÇÃO ACADÊMICA:

 

 

Nº Documento

Página do Currículo

Tipo de Formação

Local

Período

Comprovante

(Checado pelo candidato)

SIM/NÃO

VALOR DO ITEM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

 

2. PROJETOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA/INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

 

Nº Documento

Página do Currículo

Título do projeto

Nome do Orientador/a

Período

Comprovante

(Checado pelo candidato)

SIM/NÃO

VALOR DO ITEM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

 

3. PUBLICAÇÕES

 

 

Nº Documento

Página do Currículo

Referência Bibliográfica completa (De acordo com as normas da ABNT)

Nome do Orientador/a

Período

Comprovante

(Checado pelo candidato)

SIM/NÃO

VALOR DO ITEM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

4. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS OU DE EXTENSÃO (na condição de expositor/comissão organizadora)

 

Nº Documento

Página do Currículo

Título do trabalho apresentado

Nome do evento

Ano

Tipo de evento

Comprovante

(Checado pelo candidato)

SIM/NÃO

VALOR DO ITEM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

 

5. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS

 

Nº Documento

Página do Currículo

Nome do Evento

Ano

Classificação

Comprovante

(Checado pelo candidato)

SIM/NÃO

VALOR DO ITEM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

 

6. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

 

Nº Documento

Página do Currículo

Tipo de Experiência (Docência, Orientação Acadêmica, Tutoria, Função não docente,

Colegiado)

Local da atividade

Ano

Carga horária

Comprovante

(Checado pelo candidato)

SIM/NÃO

VALOR DO ITEM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

 

7 – DECLARAÇÃO DO CANDIDATO:

 

Eu, (nome do candidato, identidade e CPF), declaro ser de minha exclusive responsabilidade o preenchimento adequado da solicitação, assim como a comprovação dos itens discriminados no formulário.

Ciente da minha responsabilidade,

 

Candidato: ______________________________ Lavras, ____ de _____________ de 20___.

 

 

 

 

 

 

FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO DO CURRÍCULO LATTES - DOUTORADO

 

Candidato:__________________________________________________________________

 

1. INICIAÇÃO CIENTÍFICA/INICIAÇÃO À DOCÊNCIA/EXTENSÃO

Nº do documento

Página do Currículo

Título do Projeto

Nome do Orientador

Período

Comprovante (Chegado pelo candidato – SIM/NÃO)

Valor do Item

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

2. PUBLICAÇÕES

Nº do documento

Página do Currículo

Referência Bibliográfica Completa (De acordo com as normas ABNT)

Tipo de Publicação

Ano de publicação

Comprovante (Chegado pelo candidato – SIM/NÃO)

Valor do Item

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

3. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS (EXPOSITOR E ORGANIZADOR)

Nº do documento

Página do Currículo

Título do Trabalho Apresentado

Nome do Evento

Ano

Tipo

Comprovante (Chegado pelo candidato – SIM/NÃO)

Valor do Item

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

4. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS (OUVINTE)

Nº do documento

Página do Currículo

Nome do Evento

Ano

Carga Horária

Comprovante (Chegado pelo candidato – SIM/NÃO)

Valor do Item

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

5. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Nº do documento

Página do Currículo

Tipo de Experiência

(Docência, Orientação Acadêmica,

Tutoria, Função não docente,

Colegiado)

Local da Atividade

Ano

Carga Horária

Comprovante (Chegado pelo candidato – SIM/NÃO)

Valor do Item

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

6. DECLARAÇÃO DO CANDIDATO:

 

Eu, (nome do candidato, identidade e CPF), declaro ser de minha exclusive responsabilidade o preenchimento adequado da solicitação, assim como a comprovação dos itens discriminados no formulário.

Ciente da minha responsabilidade,

 

Candidato: ______________________________ Lavras, ____ de _____________ de 20___.


Referência: Processo nº 23090.015496/2026-05 SEI nº 0819367